Quando a esquerda esquece que CAMUS foi anticomunista


O escritor Luis Veríssimo, publicou no ESTADÃO e no O GLOBO, na mesma 5ª feira, dia 9/01, a célebre frase de Albert Camus:
“Lembrar as pessoas todos os dias, todas as horas, em todos os artigos, todas as transmissões, em todas as reuniões e em todas as proclamações o que se está combatendo, quando se combate a escuridão”.

Camus, prêmio Nobel de Literatura, em 1957 escreveu a frase durante a Resistência, em 1943, como um patriótico apelo bleu-blanc-rouge contra o regime dos inimigos da França, sediados em Vichy.

Veríssimo a usou no inconformismo da esquerda, derrotada nas urnas, para incentivar ataques diários ao Presidente Bolsonaro, eleito democraticamente. Não a usou, no seu melhor estilo literário, para fazer justiça ao respeito que o Presidente da República devota à vitalidade das instituições democráticas e da imprensa livre, para que “fortes e independentes” avigorem os esteios fundamentais da robusta democracia do Brasil Novo, verde amarelo, com ordem e progresso.

A frase do “resistente” Camus, um dos grandes da literatura contemporânea francesa, já circula nas reuniões de pauta dos jornais da banda podre da mídia brasileira, saudosa das milionárias verbas publicitárias, que se esfumaçaram. Assim, “todos os dias, todas as horas” repete-se a pergunta: o que temos hoje contra Bolsonaro, a sua família e o seu governo. São os mesmos matutinos que telefonam e insistem para os ex-leitores renovarem as assinaturas a preços promocionais para sustar o enorme encalhe nas vendas.

Como bom esquerdista, Veríssimo, sofre de amnésia seletiva e contagiosa. Esqueceu-se que o Camus que combateu as câmeras de gás de Dachau, foi no pós-nazismo um ferrenho anticomunista e antiterrorista. A peça teatral “Os Justos” é um libelo terrível contra o terrorismo no tenso cenário internacional.

Li na minha juventude a obra-prima “O Estrangeiro”. Aprendi com Camus no “absurdo da vida” a ser “um homem que sabe dizer não” às “injustiças” e à “hipocrisia”, como instrumento de manipulação e de conquista do poder. Vejo que o mesmo lapso de memória de Veríssimo aflige os petistas que desconhecem a “revolta anticomunista” do celebrado escritor francês contra as atrocidades de Stalin.

É bom “lembrar as pessoas todos dias, todas as horas” na travessia da reconstrução do Brasil Novo o paredon dos “Hermanos Fidel”, que impuseram o comunismo e a miséria ao povo cubano. Lembrar a hiperinflação da vizinha Venezuela, em que, sem democracia e liberdade de imprensa, os resistentes venezuelanos morrem nas ruas e nas prisões. E mesmo assim o sanguinário generalato de Maduro é festejado pela hipócrita esquerda brasileira e pelo Tzar Putin na longínqua Moscou.

A “escuridão” da esquerda encobre também a era da maior corrupção da história do Brasil, praticada pela dupla Lula-Dilma. Foram perdedores nas eleições de 2018. Os eleitores não esqueceram do Petrolão e de que foram os grandes responsáveis pela destruição do Brasil. O iceberg dos 16 anos de roubalheira petista só veio à tona graças ao monumental trabalho investigativo da LAVA JATO, hoje ameaçada de extermínio.

A alvorada de Camus é fundamental quando um criminoso condenado, ex-presidente da República, está solto nas praças públicas, pregando, sob vaias, a desordem e a desunião. Com certeza, as ruas e as redes sócias NUNCA esquecerão do oportuno conselho de Camus, “60 anos depois”…

A FULMINANTE DEMISSÃO DO SECRETÁRIO DE CULTURA PROVOU O REPÚDIO DO PRESIDENTE BOLSONARO AO FASCISMO E A SEUS DEFENSORES.

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