21 de julho de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

O combate do Presidente contra o Coronavírus e a Mídiavírus


“- Teremos dias difíceis, dias duros pela frente. Agora, serão menos difíceis se cada um de vocês se preocupar consigo, com seus parentes e com os seus amigos.”
Esta humanitária mensagem, às vésperas da decretação do estado de calamidade pública, foi proferida pelo Presidente Bolsonaro na coletiva realizada na quarta-feira, em Brasília.
Durante o encontro televisionado, o Presidente e os seus ministros divulgaram as ações de combate ao coronavírus no país.
O fato de todas as autoridades usarem máscaras, causou impacto. Bolsonaro e o Ministro da Saúde baixavam e retiravam as máscaras ao falarem ou responderem pelo microfone.
– É muito fácil falar: “fecha tudo e não deixe ninguém sair”. Criticou o Ministro da Saúde, Mandetta, expondo a série de medidas para não alongar a curva da infecção. Em seguida, o Ministro da Economia, Paulo Guedes anunciou um pacote de medidas emergenciais para combater a crise, em proteção “aos mais vulneráveis e à manutenção de empregos”.
Foi uma coletiva “impecável”, evitando o pânico neste “momento de grande preocupação e gravidade” que o país enfrenta dentro do atual estado de calamidade mundial.
Aí começou o massacre dos jornalistas e dos “Governo-NÃO” na pregação do “quanto pior para o Brasil, melhor para nós”, que se valem da “coroavírus” para atacar e difamar o Presidente. Escalaram “infectologistas” da trincheira esquerdopata para criticar e repreender o “põe e tira” das máscaras na coletiva.
Naquela quarta-feira, numa solenidade oficial, pós-coletiva, o presidente do Supremo elogiou a “impecável atuação da imprensa”.
Algo está sendo urdido.
Só lembrando que o Togado comandou a soltura do ex-presidente-presidiário, que está curtindo Paris com sua festiva comitiva, às custas dos contribuintes e do povo brasileiro.
Não deu outra: o Jornal Nacional, depois de elogiar com destaque o Presidente do STF, partiu para o ataque à importante coletiva sobre o avanço do coronavírus no Brasil. Debochou das máscaras e minimizou ao máximo as medidas emergenciais. Um completo desserviço informativo.
Ainda teve o requinte de brindar os telespectadores com imagens de manifestações do “Panelaço” contra Bolsonaro de janelas de selecionados prédios em vários estados do Brasil. Concedeu 10 preciosos minutos aos contra, aumentando o som, comparados aos 3 minutos inaudíveis, a favor do Presidente.
Durante o dia, o jornal Hoje (TV Globo) e a VEJA on-line, ostensivamente convocaram o público para o forjado PANELAÇO à noite.
Os apresentadores do JN encerram o programa com o fel escorrendo pelo canto esquerdo dos sorrisos viperinos, o que, em época de vacas magras, é muito apreciado na emissora.
Qual a razão dessa histeria global?
No dia 15 de março, “em que o povo espontaneamente apareceu” nas ruas do Brasil numa gigantesca manifestação, totalmente ocultada pela ex-platinada TV Globo, entrou no ar a vitoriosa CNN 360 – canal 185 (577 na Net/Claro), merecendo ser amplamente compartilhada por criar um verdadeiro jornalismo independente, que não falseia ou deturpa a notícia.
Não foi só Regina Duarte que caiu fora do castelo de areia. Bons profissionais estão arrumando as malas para a CNN, que promete crescer vertiginosamente.
O Brasil há de enfrentar com bravura e serenidade o coronavírus, sob a direção do Nosso Presidente, que na coletiva abriu o coração:
– Nunca abandonarei o povo brasileiro, ao qual devo lealdade absoluta.
AS REDES SOCIAIS REPUDIAM A SÓRDIDA CAMPANHA DA MÍDIA COMPROMETIDA COM O CAOS E CELEBRA A VINDA DA TV CNN CANAL 185.

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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