Não bastam 50,38% da verdade


“Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, aquele que a conhece e diz que é mentira é um criminoso”, ensinou o dramaturgo e poeta Bertold Brecht.

O mês de janeiro promete muitas verdades e mentiras em tempos de salvação mundial.

A violenta invasão do Congresso americano e a segurança máxima na posse do Presidente eleito “pisoteiam” a democracia em tempos difíceis para a humanidade.

A Gazeta do Povo alerta para o contra-ataque da China comunista, através do jornal Global Times, controlado pelo governo. Diz que a “pandemia não se originou na China”. E incentiva o Centro de Controle de Doenças, de Wuhan, que não é “simplesmente um ignorante”, a dizer que a cidade não foi o epicentro da Covid-19 e que o vírus se originou de “supostos casos de carne congelada importada do Brasil e do Uruguai”. É criminoso.

Na França, o Presidente Macron, em falsa defesa da Amazônia, atacou a soja brasileira. Usou a sua “verdade nacionalista e eleitoreira” para bajular os “agricultores do país europeu”. Melhor se cuidasse do seu “Ministre des Outre-mer” (Ministro do Ultramar), que na 3ªfeira, dia 12/01, foi denunciado por fraude pelo MP francês.

As Redes Sociais não se cansam de apoiar a população brasileira para se proteger no isolamento social, no uso de máscaras e na higienização e para evitar as aglomerações.

Combatem os 58,38% das verdades e todas as mentiras dos inimigos, que fazem de tudo para denegrir a imagem do Brasil.

Uma vez superados os contratempos, o país acordou para a “vacinação massiva” e para que seja eficaz, trazendo a esperança da volta à normalidade.

O dito brechetiano se ajusta à perfeição ao oportunismo dos que quererem se aproveitar da imunização nacional para saciar a sede de poder e da corrupção dos velhos tempos.

A politização das vacinas ganhou força com o colapso sanitário do Brasil e com a guerra da sucessão presidencial e a do comando das duas casas do Legislativo.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), na calada da noite de 17 dezembro aprovou o orçamento estadual de R$ 246,3 bilhões para 2021, como proposto pelo Governador João Doria. Prevê cortes drásticos de R$ 600 milhões na pasta da Saúde e de R$ 574 milhões na da Segurança Pública. Eleva em 70% a majestosa verba da propaganda oficial.

O Governo de São Paulo, em alerta para se promover às custas da imunização do Brasil, alardeou no dia 15 de dezembro que pediria um registro emergencial a ANVISA da vacina Coronavac do laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Butantã.

Depois, recuou: pediria o registro definitivo e anunciaria os dados da eficácia da vacina em 23/12.

Dias depois, a Sinovac solicitou à ANVISA a devolução da sua proposta para reavaliar os dados.

Só em 7 de janeiro, o Governador de SP anunciou que a “vacina evitou 78% de casos leves”.

A fanfarronada “verdade” paulista-chinesa durou pouco…

Os anunciados 78% logo despencaram para 64% e depois retrocederam para 50,38%.

A megapolitização da Coronavac no domingo 17 de janeiro, sob o milionário aparato promocional do governo de SP, tentou convencer que a vacina é simplesmente “ÓTIMA”.

Uma perguntinha na corrida pela vida: você tomaria um analgésico, um antibiótico, somente 50,38 % eficaz?

Quando os inimigos ameaçam o Futuro da Nação, é hora das Redes Sociais acordarem e se unirem, sob a Luz de Deus, para dar um BASTA à mentira criminosa.

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