A decpção dos católicos brasileiros com a traição do Papa

O falso “perseguido político” Lula foi recebido pelo Papa argentino na casa de hóspedes Santa Marta, na Cidade do Vaticano, em 13 de fevereiro. A “reunião privada” foi agendada pelo eleito Presidente da Argentina, na visita ao Papa, em 31 de janeiro.

O lulismo tentou conquistar o Oscar de documentário. Mas, a Academia do Cinema repudiou o enganoso filme que difama a reconstrução democrática do Brasil e heroifica o ex-presidente condenado.

O “Papa dos Humildes”, como gosta de ouvir na sacada do Vaticano, abraçou Lula, como o salvador da Pátria, capaz de lutar pelos pobres e pela igualdade social. Uma blasfêmia ao passado petista de aumento da miséria no Brasil.

O Papa não simpatiza com o atual governo brasileiro. Apoiou no passado a sanguinária ditadura argentina e se mostra tolerante com as ditaduras de Cuba e da Venezuela. Sabe-se que se recusou a vir ao Brasil pelo “triste” momento político do impeachment da Dilma.

Diverge da intocável soberania brasileira sobre a Amazônia, defendida por Bolsonaro. Reivindica, a contrário sensu, que a Amazônia seja de Todos, se internacionalize.

Atualmente, Francisco vive em conflito aberto com Bento XVI, cujo prestígio continua em alta.

Os dois Papas estão de olho na eleição do próximo Pontífice e no futuro da igreja católica, apostólica romana.

Bento XVI defende a evangelização, como a basilar missão da Igreja, e critica o seu descuido. Já o Papa argentino prega uma Igreja voltada para soluções socializantes da desigualdade social.

Ideologicamente, Lula vai usar as dicas papais nas eleições municipais deste ano.

O gesto do “vigário de Jesus” de receber o ex-presidiário, em reunião secreta, o grande derrotado nas eleições democráticas de 2018 e o maior opositor do atual governo, tornou público a sua disposição de abençoar o convidado, que tem nada menos de 10 processos em curso com “provas acima de qualquer dúvida” dos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro, cometidos nos 16 anos do Partido das Trevas no poder.

O Papa, ao abraçar o “criminoso” solto, mostrou a que veio no Vaticano, buscando dar uma sobrevida ao lulismo agonizante.

É o Papa que se se irritou com uma fiel na Praça São Pedro e reagiu com um tapa e cara de ódio. É a santidade que, ao invés de “oferecer a outra face”’, como pregou Jesus no Sermão da Montanha, traiu e deu uma bofetada na cara dos católicos brasileiros.

AS REDES SOCIAIS PERGUNTAM: QUANTO O BANCO DO VATICANO RECEBEU NA REUNIÃO PRIVADA?

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1 Comentário

  • Ademar Amâncio , 19 de fevereiro de 2020 @ 09:54

    Confesso que li,gostaria de desler.

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