Shelby GT350, o primeiro Mustang verdadeiramente puro-sangue


Lançado em 1964, o Mustang ganharia já no ano seguinte uma versão que faria com que aquele cavalinho de sua logomarca galopasse feito puro-sangue, a GT350 Shelby (acima e abaixo). O responsável pelo veneno foi Carol Shelby, piloto, preparador e projetista, que deu ao até então “esportivo acessível” a força e a impetuosidade que ajudariam a construir sua melhor fama. Produzida entre 1965 e 1970 (nos quatro primeiros anos, sob o comando do próprio preparador), sempre em séries limitadas, a versão voltou ao catálogo em 2005.

Ele nem é o Mustang GT mais poderoso – posto que cabe ao GT500, cuja versão mais braba, com compressor mecânico, chega a 735cv. Mas, pela origem e aparência, é a minha preferida.

Posto aqui algumas fotos de GT350s dos anos 1960, e, mais abaixo, as que a Ford acaba de divulgar do modelo 2019, que deve chegar às lojas norte-americanas no começo do ano que vem. Abaixo, tambpem, um vídeo do novo carro em que a única trilha sonora é o som de seu V8. Vale por um heavy metal de raiz (ouçam pois é animal em extinção).


Motor – V8 de 5.200 cc, naturalmente aspirado
Potência: 533 cv
Torque: 59,31 kgfm
Rotações máximas: 8.250 rpm]
Câmbio: manual de seis velocidades.
Pneus: Michelin Pilot Sport Cup 2, 295/35 na

dianteira e 305/35 na traseira.
Modos de condução (programados): 3
Suspensão: MagneRide (ativa)
Direção: assistida elétrica

Fonte: Blog Rebimboca

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