A pedofilia e o multiculturalismo


Há tempos aponto para essa importante questão: A pedofilia é um dos itens da agenda multiculturalista.
O Brasil – um país com forte disposição para o atraso – com uma enorme população semianalfabeta, atraída por modismos internacionais é presa fácil dos progressistas e globalistas.
O Brasil é o país com o maior número de leis por milímetro quadrado em sua Constituição que, na prática, não funcionam. O brasileiro médio, com baixíssima capacitação intelectual e zero de aptidão crítica, vem sendo atacado por todos os lados, sobretudo pelos meios empresariais de comunicação, com massiva informação sobre pedofilia e seus aspectos médicos e terapêuticos no que diz respeito aos portadores dessa espécie de deficiência psíquica. Contudo, nada se diz, comenta-se ou se debate sobre os danos físicos e os traumas psíquicos que as vítimas dos pedófilos carregam por toda a vida.
É a cara desse país atrasado e injusto, que segmentos progressistas (sic) alterem o caráter das verdadeiras ‘vitimas’ ao fazerem campanhas ‘humanitárias’ voltadas para pulsão dos pedófilos.
Assim como se tornou banal progressistas brasileiros afirmarem publicamente que entendem o roubo, os ladrões e os assassinos como as maiores ‘vítimas’ da sociedade.
No fundo o que esses hipócritas estão fazendo é criar uma barreira institucional a mais – mais jurisdições fictícias e inuteis de proteção ao menor e adolescente a fim de teorizar em seminários contra as críticas à incompetência da civilização brasileira em lidar com o crescimento da pedofilia e de crimes contra a infância e a adolescência.
A complacência e tolerância dos multiculturalistas com as práticas culturais arcaicas, que subsistem em alguns países da África e do Oriente Médio, é uma cobertura suave que desvia de uma verdade inconveniente que ocorre com escandalosa frequência em muitas regiões do Brasil onde a exploração sexual de menores é uma realidade.
A pergunta que não cala é: É isso que pretendem descriminalizar?
A bandeira dos multiculturalistas é o relativismo moral. Lembrem-se que o relativismo moral se ajusta as propostas dos militantes que afirmam que o gigantesco roubo do Tesouro Nacional que levou seus lideres a prisão não são vistos como crime porque tinham como objetivo uma ‘causa social’.

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