
A crescente influência do PC chinês sobre as nações pobres do Ocidente, tem, em Cuba, uma base servil consolidada para lançar sua estratégia expansionista.
O histórico de dependência cubana à União Soviética se estendeu por cerca de 30 anos, tornando-se uma aliança estratégica durante a Guerra Fria e uma base ativa de ameaças às nações livres do Ocidente. O conluio teve início após a Revolução Cubana de 1959.
No inicio da década de 60. Fidel Castro empurrou Cuba para a órbita soviética. Pode-se dizer que o regime cubano tem pós-doutorado em dependência política e econômica de regimes ditatoriais estrangeiros.
À guisa de escapar do embargo dos EUA, Cuba aderiu a regimes autoritários, não apenas para viabilizar a dinastia castrista mas para, sobretudo, garantir longevidade ao regime.
Passados tantos anos, o regime cubano volta a fazer a única coisa que sabe fazer para se manter no poder; submeter-se a uma aliança oportunista.
Acontece porém, que ao se alinhar com o PCC (partido comunista chinês), a ilha tombará de novo na dependência de um poderio econômico estrangeiro nefasto que afastará para muito longe o desejo de o povo cubano um dia ter voz e poder para reverter uma longa história de opressão.
Vale dizer, que os mega investimentos (Doações😂) da China em setores estratégicos de Cuba não são coisinhas simples para se lidar.
Qualquer traço de possíveis estranhamentos e discordâncias nos negócios entre o regime cubano e o PCC, que possa incidir em desacordo e dissidência, reverterá em pesadas ameaças e medidas graves por parte do ‘provedor’ chinês.
O regime cubano que por décadas usou o embargo dos EUA para justificar a estagnação econômica do país, mal sabe o que poderá acontecer caso a ditadura cubana um dia ouse descumprir e contrariar as determinações e ordens do PCC, seja sobre a autonomia política, social e territorial da ilha.
De doação em doação, a China tenta revitalizar o sistema elétrico cubano.
O site cubano 14ymedio divulga para o mundo livre as tratativas da ditadura castrista para se eternizar no poder.
” No marco do 65º aniversário das relações entre Cuba e China, uma nova colaboração foi assinada por Pequim: o envio de oito grupos geradores de 1,8 megawatts destinados à reabilitação completa da usina hidrelétrica de Guanábana. Este projeto será seguido por outros semelhantes. Esta e outras doações do país asiático, como o gerador industrial instalado em Trinidad em maio passado, servem para reforçar o programa que está sendo realizado com duas empresas privadas chinesas para instalar 92 parques solares até 2028. Por enquanto, essas doações estão apenas atenuando uma situação que pode piorar.”

