24 de maio de 2022
Adriano de Aquino

No Brasil reforma é anátema


Nessa terra de indecisões, falsete é rotulado como polêmico.
Da reforma agrária, às reformas política, jurídica, tributária, previdenciária ou qualquer outra, todas ou qualquer uma, são para os legisladores e juristas temas para debates inócuos e infindáveis.
Essa gente gosta mesmo é de bater boca e nadar em privilégios.
Antes que eu viesse ao mundo já se debatia (sic) sobre a legitimidade da prisão em 2ª Instância.
Em um dado momento o STF decidiu que a prisão em 2ª instância era legítima.
Entretanto essa ‘legitimidade’ se mostrou mais falsa que rótulo de uísque escocês ‘made in’ Paraguai.
Gilmar, que a adotou no primeiro porre, depois da ressaca resolveu voltar atrás.
Nesta semana, Marco Aurélio de Mello decidiu fechar o ano brincando com o assunto que, aliás, está pautado para voltar ao plenário no próximo ano.
Por falar em legitimidade, nada é mais ilegítimo, espúrio e desprezível que os debates das divas do atraso nacional.
https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI277678,31047-Prisao+em+2+instancia+e+tema+polemico+com+muitas+idas+e+vindas?fbclid=IwAR2_bhZk079kh991xi2g9U7ArCf8mSt8TGySRG9IOgQj6HOOrNbC5q3nr-M

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 Mam/ Rio de Janeiro, Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da Funarj, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /Funarte e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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