24 de julho de 2024
Adriano de Aquino

Moro, Gilmar Mendes e o STF

Imgem: Arquivo Google – YouTube

‘Se considerasse a popularidade de Moro ao julga-lo, o STF teria que fechar. ’ Gilmar Mendes.
Não passa um dia, hora, minuto ou segundo sem que as precações do Gilmar Mendes contra a Lava-Jato sejam transmitidas em rede nacional.
A grande imprensa é a maior tribuna do Gilmar Mendes.
O volume de compartilhamentos da grande impressa aos desaforos do personagem à Lava-Jato é espantoso.
Gilmar e os editores não dormem um segundo.
Por que será?
As agitações desses ‘associados’ é tão espantosa a ponto de nos levar a pensar: o que de mais explosivo, muito mais estrondoso do que tudo que já sabemos sobre as ocorrências da ORCRIM, a Lava-Jato tem em seus ‘arquivos’, ainda não revelado publicamente, capaz de unir essas forças poderosas num ardil diuturno contra o combate da Lava Jato às organizações envolvidas na gigantesca corrupção que se alastrou no país nos últimos 16 anos?
Nada me convence de que apenas a contenção de verbas públicas para publicidade do governo, seja o estopim desses ataques diários contra a Lava-Jato. Tem algo muito mais ‘explosivo’ assombrando esses aliados de ocasião.

Gilmar Mendes é a ‘válvula’ que regula a pressão interna da Caixa de Pandora para suavizar o cozimento dos elementos aquecidos pela Lava Jato.
O dia que essa ‘válvula’ falhar outra válvula de in-segurança jurídica entra em serviço ou tudo explode.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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