
Serve pra tudo e pra nada. O PSDB, sua gênese partidária, é um abacaxi numa horta de cicuta.
Entretanto, o placebo Alckmin, uma substância gosmenta, sem propriedades terapêuticas ativas, pode gerar efeitos reais, tanto físicos quanto psicológicos, em pacientes desprovidos de anticorpos críticos e submetidos à crenças ideológicas.
A sociedade brasileira viu isso acontecer na eleição passada quando Alckmin, um arqui-inimigo do PT(😂), foi levado para um laboratório e lá convertido em ‘cumpanheiro’.
Analistas esperavam uma reação hostil e, consequente, rejeição do placebo Alckmin pelo organismo petista.
Todavia, o que se constatou, mais uma vez, é que a raiz petista visa fundamentalmente o poder. Ideologia é só um adereço. Logo, o organismo petista inoculou o placebo Alckmin e diz estar passando muito bem.
Vai daí que o governo Lula tem usado o placebo Alckmin em todos os casos em que a presença de uma alta autoridade (rs)palaciana, insossa e improdutiva e, claramente, sem poder de decisão, o represente em solenidades comprometedoras demais.
Assim, vimos o placebo Alckmin, cercado de lideres do Hamas, na cerimônia de posse de Masoud Pezeshkhian, um avatar, colocado na presidência do Irã com aval e ordem do aiatolá supremo.
Agora, para evitar um impacto desastroso em sua imagem pessoal, em um encontro com o imprevisível Trump, Lula lança mão – de novo – do placebo Alckmin.
É esse placebo, sem poder concreto de decisão, que será enviado com auxiliares ambulatoriais para negociar uma agenda negativa para o Brasil com autoridades dos EUA.
Ora, se o placebo Alckmin foi bem tolerado pelo organismo petista, também será pelos conservadores americanos.
Vai nessa!
Marco Rubio, tem anticorpos ativos contra a malemolência dos subalternos das proto ditaduras latino-americanas.

