15 de abril de 2026
Adriano de Aquino

Geraldo Alckmin é um placebo sabor chuchu

Serve pra tudo e pra nada. O PSDB, sua gênese partidária, é um abacaxi numa horta de cicuta.

Entretanto, o placebo Alckmin, uma substância gosmenta, sem propriedades terapêuticas ativas, pode gerar efeitos reais, tanto físicos quanto psicológicos, em pacientes desprovidos de anticorpos críticos e submetidos à crenças ideológicas.

A sociedade brasileira viu isso acontecer na eleição passada quando Alckmin, um arqui-inimigo do PT(😂), foi levado para um laboratório e lá convertido em ‘cumpanheiro’.

Analistas esperavam uma reação hostil e, consequente, rejeição do placebo Alckmin pelo organismo petista.

Todavia, o que se constatou, mais uma vez, é que a raiz petista visa fundamentalmente o poder. Ideologia é só um adereço. Logo, o organismo petista inoculou o placebo Alckmin e diz estar passando muito bem.

Vai daí que o governo Lula tem usado o placebo Alckmin em todos os casos em que a presença de uma alta autoridade (rs)palaciana, insossa e improdutiva e, claramente, sem poder de decisão, o represente em solenidades comprometedoras demais.

Assim, vimos o placebo Alckmin, cercado de lideres do Hamas, na cerimônia de posse de Masoud Pezeshkhian, um avatar, colocado na presidência do Irã com aval e ordem do aiatolá supremo.

Agora, para evitar um impacto desastroso em sua imagem pessoal, em um encontro com o imprevisível Trump, Lula lança mão – de novo – do placebo Alckmin.

É esse placebo, sem poder concreto de decisão, que será enviado com auxiliares ambulatoriais para negociar uma agenda negativa para o Brasil com autoridades dos EUA.

Ora, se o placebo Alckmin foi bem tolerado pelo organismo petista, também será pelos conservadores americanos.

Vai nessa!

Marco Rubio, tem anticorpos ativos contra a malemolência dos subalternos das proto ditaduras latino-americanas.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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