
Dia 25 de setembro de 2025, o ex-presidente da França, Nicolas Sarközy, foi condenado a 5 anos de prisão pelo crime de associação criminosa no financiamento ilegal da campanha.
Declarou à imprensa: “a decisão é injusta e um escândalo. Se tiver que dormir na prisão, dormirei na prisão, mas de cabeça erguida” no país que já usou a guilhotina.
O Presidente Inácio Lula, foi condenado em 2ª instância a cumprir 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Em 8 de março de 2021, com o voto do ministro Luiz Fachin, as ações penais foram anuladas.
Livre da prisão de alto luxo, Lula disputou a eleição à presidência e se elegeu.
Empossado, priorizou como política de governo as abusivas perseguições contra o seu maior adversário: Jair Bolsonaro.
Em 6 agosto de 2025. Trump envia uma carta ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva informando que as exportações do Brasil seriam taxadas em 50% e fez duras críticas ao STF.
– Tudo pode ser resolvido, quando duas pessoas conversam. – justificou Lula para Trump.
Tudo menos conversar sobre a perseguida família Bolsonaro, acusada de atentar contra a soberania, nacional pelo STF, atualmente presidido pelo Ministro Fachin.
O agendamento do prometido encontro Brasil-EUA tem que aguardar Trump superar o chamado “shutdown” do congresso americano, que vetou o projeto de lei sobre os gastos federais.
Também depende de Lula que, após pacificar o agito petista contra o Tarifaço, como um ataque à soberania nacional, consiga conter a crescente desaprovação popular pelos aumentos dos gastos públicos e dos impostos, quiçá para custear a antecipada milionária campanha da reeleição, em 2026.
O Itamaraty comemorou o “telefonema cordial” de 30 minutos entre os dois líderes.
E confia que, após o prometido encontro pessoal, ainda sem data marcada, o acerto dos benefícios mútuos negociados fortalecerão as relações Brasil-Estados-Unidos.
Que Deus proteja o futuro das prosperas democracias e os seus dois líderes mundiais

