
No domingo, 18 de janeiro, o “The New York Times” publicou o artigo do Presidente Lula, condenando “o uso recorrente da força por grandes potências, que enfraquece a autoridade da (ONU)”.
Enfatizou que “em mais de 200 anos é a primeira vez que a América do Sul sofre uma intervenção militar direta dos Estado Unidos”.
Condenou a captura, em solo venezuelano, de Maduro, como mais um capítulo lamentável na erosão contínua do direito internacional e da ordem multilateral. Após o sequestro aéreo, o ditador venezuelano vive no centro de detenção do Brooklyn.
Declarou-se “inocente” e os seus advogados negociaram a delação premiada.
A imprensa internacional aguarda as revelações das relações pessoais e políticas da dupla Maduro-Lula, fortalecendo suas lideranças no hemisfério sul.
Diante da delação premiada de Maduro, o Planalto vive dias inquietantes, após a auto demissão, sem maiores explicações, do poderoso Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.
Lula não participou da assinatura oficial do importante acordo entre o Mercosul-Comunidade europeia, em Montevideo. A sua ausência sofreu duras criticas.
Também não participou do Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Christopher Landau, vice-secretário de estado americano, divulgou nas redes sociais críticas ao ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de “violador de direitos humanos” e acusando-o de politizar escancaradamente o processo judicial.
O presidente Lula anunciou que 2026 será o “ano da comparação” entre os feitos dos três anos de sua gestão e aquilo que seus antecessores entregaram, após o impeachment de Dilma Rousseff, hoje premiada com uma diretoria num banco internacional.
A gigantesca “Caminhada da Liberdade” do deputado Nikolas Ferreira de Paracatu até Brasília foi uma vitória em prol da reconstrução do Brasil.
Que Deus proteja o futuro da “Caminhada“ e os seus defensores da Liberdade, com suas bandeiras verde-amarelas, em apoio à “Libertação” do ex-presidente Bolsonaro e a volta da Ordem e Progresso no Brasil.

