15 de maio de 2026
Rodrigo Constantino

Perseverança

Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira. (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)


O Brasil cansa. Qualquer pessoa atenta fica desanimada. É tanta cacetada no cidadão de bem que fica difícil seguir adiante. Por isso a Oração da Manhã de Dom Adair José Guimarães desta sexta, “A virtude da perseverança”, veio tanto a calhar. Parece que foi feita sob medida para todos aqueles que, como eu, andam cansados.

Não é para menos. Numa só semana, Toffoli colocou sigilo total no caso Banco Master, após soltura de Daniel Vorcaro, Gilmar Mendes, em decisão monocrática, blinda os ministros do STF de qualquer chance de impeachment, e boataria se espalha de que a Magnitsky de Moraes pode cair em acordo entre Lula e Trump.

Lulinha ganhava mesada de R$ 300 mil ligada ao escândalo do INSS, e o Careca fazia até ameaça contra a testemunha que denunciou o esquema. A coisa está chegando na família Lula mesmo, pois seu irmão Frei Chico já estaria ligado até o pescoço. Mas a velha imprensa finge que nem viu a notícia.

Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira

Enquanto isso, a direita briga entre si, até dentro da família Bolsonaro. A campanha conservadora vai usar um boneco de papelão do ex-presidente preso, enquanto o PT vai ter toda a máquina estatal na mão, a ajuda do STF, as estatais corrompidas e os artistas e jornalistas militantes e engajados.

Tem muito mais, na verdade. Tem a soltura do assassino de Aracruz, após somente três anos. O sujeito matou quatro pessoas e já está livre! É um país dominado pela barbárie hobbesiana. É muito difícil apostar no futuro da nação, acreditar que um dia as coisas vão mesmo melhorar. O cansaço parece inevitável.

Daí a importância da mensagem de Dom Adair. Precisamos perseverar, com confiança, fé, apesar do cansaço, dos contratempos. Passei por uma grande provação pessoal recentemente, na luta contra um câncer agressivo, e sei da importância dessa postura de perseverança, até de otimismo diante do sofrimento.

Os percalços são grandes, mas temos de crer na vitória final. Deus está conosco. Deus está com aqueles que perseveram na luta. Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira. Amém!

Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira. (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)

O Brasil cansa. Qualquer pessoa atenta fica desanimada. É tanta cacetada no cidadão de bem que fica difícil seguir adiante. Por isso a Oração da Manhã de Dom Adair José Guimarães desta sexta, “A virtude da perseverança”, veio tanto a calhar. Parece que foi feita sob medida para todos aqueles que, como eu, andam cansados.

Não é para menos. Numa só semana, Toffoli colocou sigilo total no caso Banco Master, após soltura de Daniel Vorcaro, Gilmar Mendes, em decisão monocrática, blinda os ministros do STF de qualquer chance de impeachment, e boataria se espalha de que a Magnitsky de Moraes pode cair em acordo entre Lula e Trump.

Lulinha ganhava mesada de R$ 300 mil ligada ao escândalo do INSS, e o Careca fazia até ameaça contra a testemunha que denunciou o esquema. A coisa está chegando na família Lula mesmo, pois seu irmão Frei Chico já estaria ligado até o pescoço.

Mas a velha imprensa finge que nem viu a notícia.

Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira

Enquanto isso, a direita briga entre si, até dentro da família Bolsonaro. A campanha conservadora vai usar um boneco de papelão do ex-presidente preso, enquanto o PT vai ter toda a máquina estatal na mão, a ajuda do STF, as estatais corrompidas e os artistas e jornalistas militantes e engajados.

Tem muito mais, na verdade. Tem a soltura do assassino de Aracruz, após somente três anos. O sujeito matou quatro pessoas e já está livre! É um país dominado pela barbárie hobbesiana. É muito difícil apostar no futuro da nação, acreditar que um dia as coisas vão mesmo melhorar. O cansaço parece inevitável.

Daí a importância da mensagem de Dom Adair. Precisamos perseverar, com confiança, fé, apesar do cansaço, dos contratempos. Passei por uma grande provação pessoal recentemente, na luta contra um câncer agressivo, e sei da importância dessa postura de perseverança, até de otimismo diante do sofrimento.

Os percalços são grandes, mas temos de crer na vitória final. Deus está conosco. Deus está com aqueles que perseveram na luta. Vamos em frente, com ou sem Magnitsky, impeachment ou mesmo Bolsonaro como cabo eleitoral. O jogo é bruto, o sistema faz de tudo para manipular o resultado eleitoral. Do nosso lado, temos a verdade e a perseverança. Um dia a mesa vira. Amém!

Fonte: Gazeta do Povo 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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