
A COP30, em Belém, foi um fracasso, sob protesto da ONU pelas “falhas na segurança”, invadida por manifestantes.
Terminou, sem consenso nas ações de limitar o aquecimento global e com os “alemães contentes de irem embora de Belém”.
As delegações voltaram decepcionadas com o sumiço do anfitrião Lula da Silva.
Estava ocupado em difamar de “letal“ a Megaoperação no Rio de Janeiro.
Em campanha pela reeleição, noticiada na Malásia, desculpou-se na mídia de achincalhar de “Matança” a megaoperação, apoiada por 64% da população do RJ.
Noutra debandada da COP30, viajou para participar na Colômbia da CELAC e unir-se aos países esquerdistas para condenar a ameaça militar dos EEUU à Venezuela.
Justo quando o “dono do mundo”, como Lula o rotulou, decidiu baixar as tarifas de muitos países para 10% e o Brasil continuar com o tarifaço de 50%.
A bravata pode ter sido o adeus às positivas negociações comerciais, em curso, com os EUA.
Lula foi alertado de que no topo da preocupação do povo brasileiro estava a “segurança nacional” contra a violência e o crime organizado.
O Governo Federal retardou-se em demasia na elaboração de um projeto regulamentar da “segurança nacional’. Só o encaminhou ao Congresso em 31 de outubro.
Ficou conhecido como PL Anti-facção e vem enfrentado polêmicas discussões no Legislativo e na mídia, depois que o governo se recusou a incluir no projeto o combate ao terrorismo.
Não se consegue prever quando se aprovará a regulamentação definitiva, depois da quinta versão do Projeto. em tramitação de urgência no Legislativo.
A esperança é de que a PEC definitiva da Segurança Pública se torne o principal trunfo para se estruturar um Sistema Único de Segurança Pública (Susp), definindo-se as competências e os deveres da União, dos Estados e dos Municípios, para garantir mais integração, planejamento e investimento para uma efetiva segurança da Ordem e do Progresso.
Que Deus proteja a segurança e a paz, como prioridades nacionais do povo brasileiro.

