26 de junho de 2026
Silvia Gabas

O profundo ódio que habita a esquerda

Nesta semana que ora termina, passamos por dois momentos que ficarão para a História como símbolos de uma era de visível decadência dos valores que sempre nortearam a humanidade, e que agora se esfarelam de maneira dramática.

No dia 10 de Setembro de 2025, Charlie Kirk, um jovem americano de 31 anos, ativista das pautas conservadoras, foi assassinado em público por outro jovem americano de 22 anos, aparentemente uma pessoa com vida normal, mas que agora se comprova que foi submetido à total lavagem cerebral dentro das escolas que frequentou, verdadeiro ninho dessa guerra cultural que doutrina mentes jovens e os sequestram para sua ideologia de esquerda, que hoje, sem sombra de dúvida, considero a encarnação do Mal sobre a face da Terra, e transformou Tyler Robinson em um criminoso.

No dia seguinte, em 11 de Setembro, foi condenado por um tribunal de exceção, onde se concluiu a grande farsa construída a partir de 2019, o ex-presidente Jair Bolsonaro, assim como militares, generais e deputado federal, recebendo penas que beiram os 30 anos de prisão por um crime que não cometeram e sobre o qual inexistem provas da realização do suposto golpe de Estado que não aconteceu.

Os quatro juízes que os condenaram são todos ativistas de esquerda, exercendo militância explícita, onde o ódio e o ressentimento afloram. A esquerda em festa aplaudiu efusivamente. Saiu às ruas, comemorando a vitória de Pirro.

Essa gente doente está acorrentada ao fantasma de 1964, e apesar da anistia concedida em 1979, faltava a cereja do bolo, que era a prisão dos militares que, segundo eles, foram seus terríveis algozes.

Conseguiram, afinal… sossegarão a partir de agora, com seus troféus na mão? Receio que não.

A violência impera nos dias atuais, e o ódio, rancor, intolerância e ressentimento vão tomando conta de tudo e destruindo caminhos civilizatórios sedimentados pelo tempo.

Sigmund Freud, o criador da psicanálise, afirmou ser a agressividade a característica inerente à natureza humana e que são os valores morais construídos através da História que criaram a casca civilizatória que nos permite conviver sem nos destruirmos mutuamente.

No momento, essa proteção parece estar totalmente desgastada por novas formas de ser e estar no mundo, onde a polarização e a radicalização se sobrepõem a todo o resto, sinalizando para uma espécie de fim de festa de civilizatória caso não consigamos reverter essas pulsões destrutivas a tempo.

Tenho para mim que na seara política, a ideologia de Esquerda adentrou em campo minado, incentivando seus seguidores a não tolerar pensamento divergente das pautas progressistas que impõem ao mundo de forma obrigatória, nomeando de maneira criminosa, com chavões de guerra, todo aquele que defende ideias mais conservadoras e tenta viver de acordo com essas regras sociais e morais.

E é assim que todo conservador é ameaçado com nomes que tentam desumanizá-los e retirá-los da cena política.

Nomes são colados de maneira oportunista e de caso pensado, tais como fascista, nazista, extremista e toda sorte de palavras que têm como objetivo criminalizar um número expressivo de cidadãos que se veem acuados, lançados às cordas, como se bandidos fossem, como se não merecessem existir.

Tudo isso só acontece porque encontram respaldo na mídia falada e escrita, que apoia incondicionalmente esse movimento destrutivo e são os maiores cúmplices e causa maior de todo esse estado de coisas.

Da violência verbal passam à violência física, e para nosso espanto, estão cada vez mais normalizando até mesmo a morte como justificativa para alcançar seus objetivos de pensamento único, não sendo concedido a ninguém que se oponha àquilo que determinaram como sendo o Bom, o Belo e o Justo.

Eles dizem que salvaram a Democracia.

Eu digo que implantaram uma Ditadura.

Lá, na América, como aqui, no Brasil, pessoas ideologicamente alinhadas com o pensamento conservador, estão sendo destruídas, vidas exterminadas através de tiro de fuzil ou cela escura e imunda para pessoas sérias e inocentes.

Não se pode enfrentar uma força satânica com sorrisos no rosto e rosas na mão.

Portanto, aqui fica o recado:

Posicione-se, não desista, enfrente!

Morrer vamos todos, mas que seja com dignidade e senso de dever cumprido.

Silvia Gabas

Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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