
Há que se fazer uma busca refinada no YouTube para obter uma reportagem que não tenha um véu midiático obliterando a informação.
Por prudência, desvio da cascata de vídeos postados pelo consórcio brasileiro de mídia, impregnados de comentários de especialistas (sic) e opiniões estúpidas de populares que mal sabem distinguir o terror do Hamas das reais mazelas do povo da Palestina.
O fato complicador, por ingerência leviana das editorias, é que desde o dia 7 de outubro a Jihad Islâmica investe com força na campanha de disseminação da insegurança e do medo mundo afora.
Essa tática, usada pelo Terror, é aplicada com eficiência e cálculo.
Estimular manifestações nos países europeus, onde se concentram as mais populosas comunidades islâmicas, é um método.
Quem pensa que essas manifestações são eventos espontâneos, está redondamente enganado.
Elas se enquadram no método e têm objetivos claros. Têm método!!!
Visam desestabilizar o sentimento de segurança das sociedades, levando os Estados a recorrerem às forças repressivas.
No dia em que um manifestante tombar, a Jihad terá um mártir em território europeu. Essa tática é um desdobramento dos ‘homens bombas’.
São explosivas, no contexto de que a massa em fúria é um fenômeno de difícil controle. Tudo pode acontecer.
Os líderes dessas manifestações estão na tocaia.Esperam um morto, para então detonarem ataques indiscriminados.
Eles contam com a parcimônia e cumplicidade de uma mídia venal, prontinha para justificar – como fazem criticando Israel por se defender – as ações terroristas como respostas legítimas ao “terror do Estado”, contra os povos oprimidos, na pessoa do imigrante Islâmico, vítima injustiçada tanto na Palestina como nos países do Ocidente.

