Mayer, BBB, Globo e o assédio

Foto: Arquivo Google – Jornal O Dia

A hipocrisia e oportunismo elevados aos píncaros da glória. Céus, em volume nunca dantes imaginado!
Lacunas, meus caros, respondem mais do que os fatos.
Foi a primeira investida de Zé Mayer? Ele nunca tinha assediado nenhuma outra colega de trabalho, durante todas essas décadas de trabalho? Nenhuma atriz (elas são propagadoras, poderiam ter mais espaço para denunciar) soube desse – ou outros – fatos que envolvessem Mayer?
A figurinista nunca comentou o fato com ninguém, entre centenas de colegas de trabalho, e, portanto, só agora todas vestem a camiseta da hipocrisia?
E, finalmente, o posicionamento da emissora. Tão emocionante, tão edificante, tão…
Somos todos Janete. Ninguém nunca soube de nada. Quase cinco minutos sobre o fato no JN, imagina o que é isso? Poucas horas depois, entra no ar dessa mesma emissora tão preocupada com assédio sexual, o BBB, aquele edificante programa onde machismo, desrespeito, oportunismo e mau caráter são alimentados a pão de ló. Ops, desculpem, sevados com muita bebida, músicas de péssima qualidade, disputas e, claro, sexo.
Emilly, a psicopatazinha que levou dedão na cara do Marcos, provavelmente já deve ter lugar cativo em algum programa da emissora. ..
Uma novela? Um talk-show sobre feminismo? Darão um banho de loja na moça, ensinarão a ela três palavras novas e alguns chavões e pronto, mais uma “artista” em formação.
A preocupação da emissora com a pauta – assédio sexual – é realmente tocante.

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