O homem forte de Bolsonaro


Paulo Guedes , o economista de Bolsonaro, a meu ver, é o melhor de todos e o único sem rabo preso. Muito cuidado, porque já que o atentado não matou #Bolsonaro17 , a esquerda suja continua a praticar outros tipos de tentativa de assassinato: o assassinato da reputação de Paulo Guedes e agora o assassinato da saúde de Bolsonaro: estão dizendo que Bolsonaro não poderá se recuperar a tempo para governar o Brasil. É mentira, que ninguém se desencoraje.
E para o “ mercado” , quanto pior melhor. Não é à toa que no Brasil de mais de 60 milhões de inadimplentes, das maiores taxas de juros do planeta e dos lucros bancários mais obscenos do mundo, já estão prevendo aumento ainda maior dos juros, caso um dos candidatos de esquerda se eleja. Bolsonaro é a nossa única esperança para que o Brasil mude. O resto é mais do mesmo, heavy ou light, que ninguém se iluda. Estamos à beira do caos. #MulheresComBolsonaro
Excertos do artigo de Opinião: “O câmbio afeta os preços dos combustíveis e neste ano o dólar saltou da casa dos R$ 3,20 para a dos R$ 4,10. Tensões internacionais, como a disputa comercial entre Estados Unidos e China, têm pressionado as moedas da maioria dos emergentes. Mas a instabilidade cambial tem pressionado mais fortemente as da Turquia, da Argentina, da África do Sul e do Brasil.
Desde o governo da presidente Dilma Rousseff o setor público tem sido incapaz de pagar os juros da dívida oficial. Os compromissos têm sido rolados, ano a ano, e assim tem aumentado o endividamento.
Pelo critério do governo brasileiro, a dívida do governo geral está perto de 80% do Produto Interno Bruto (PIB). Pelo critério do Fundo Monetário Internacional (FMI), já passou de 80% e se aproxima de 90%, enquanto a média observada nos países emergentes continua perto de 50%.
Pelas projeções correntes, a capacidade de pagar pelo menos parte dos juros vencidos poderá ser recuperada em 2022 ou 2023, se houver um sério esforço de controle de gastos e avanço na execução de reformas, a começar pela da Previdência. Há quem prometa eliminar o teto de gastos e evitar qualquer política voltada para a gestão mais austera e eficiente das finanças governamentais.

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