7 de julho de 2022
Colunistas Lucia Sweet

“De que lado as FFAA ficariam?”

Deputado da organização do Carniça — parte de um complô que envolve a terceira via e partidos cúmplices — faz uma pergunta ao General Paulo Sergio Nogueira, Ministro da Defesa. Há dois dias. Resumo: caso haja um golpe blá blá blá de que lado as FFAA ficariam?

Foto: Google Imagens – Diário do Nordeste (meramente ilustrativa)

General Paulo Sérgio limitou-se a ler o art. 142 da Constituição, após afirmar que o Presidente Bolsonaro é o Comandante Supremo das Forças Armadas.

A compreensão paulofreiriana não consegue viver sem distorcer o real significado do que foi dito. Um jornal de Brasília, outrora respeitado, colocou na manchete que as FFAA ficariam contra o Presidente Bolsonaro caso ele desse um golpe. Elementar, meu caro Watson.

O que eles não percebem é que o Brasil tem plena consciência de que o golpe já foi dado e não foi pelo Presidente Bolsonaro. Caberá ao Chefe da Nação restabelecer a Lei e a Ordem, para que a Constituição volte a ser respeitada e cumprida. Não vivemos mais sob um Estado de Direito.

PS: No vídeo a seguir, a correta resposta do Ministro da Defesa à pergunta mal formulada do congressista de esquerda. (Parlamentar é de regime Parlamentar, que tem 1º Ministro, e não Presidente e Congresso. Ninguém chama um parlamentar inglês de congressista. Por que chamar um congressista de parlamentar? Pense, raciocine e chegue às suas próprias conclusões. Quem defende no Brasil um regime parlamentar?)

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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