9 de agosto de 2022
Colunistas Lucia Sweet

A corrupção sistêmica

Imagem: Google Imagens – Medium

Eu desfiz a amizade inclusive de amigos queridos, porque não se trata mais de defender uma ideologia, mas de combater o crime. Não são partidos, são bandos e facções.

Não existe mais um único brasileiro que não saiba que o establishment existe para usurpar o poder, defender os membros da quadrilha e preservar o alcance da dominação. Por isso você vê banqueiros unidos com ladrões, sindicalistas, comunistas, ministros, animadores e defensores de bandidos. Uma desmoralização. Não enganam mais ninguém. Quem defende criminoso é comparsa.

E por que não acredito em quem diz que votou no Presidente Bolsonaro mas agora não vota mais? Porque eu, e todas as pessoas que conheço, votamos no Presidente para que ele acabasse com a corrupção. E foi o que ele fez.

Estatais que só davam prejuízos agora dão lucros bilionários.

Acabou a corrupção sistêmica no governo federal, apesar de continuar nos estados dos governadores de esquerda. Que estão sendo processados e investigados, apesar da proteção que recebem de parte expressiva da alta cúpula do Judiciário.

Os adversários do Presidente nessa eleição são, em primeiro lugar, duas cortes de justiça, seguidas por pesquisas tão fora da realidade que não enganam nem os que as contratam e pagam, apesar do coro ensaiado da antiga imprensa que faz eco, imprensa hoje irrelevante, porque trocou notícias por marketing mentiroso e perdeu a credibilidade.

Os candidatos, todos mais do mesmo, não conseguem nem sair às ruas e têm de fazer comícios fechados, vazios, aumentados com Photoshop – apesar da mortadela e dos ônibus alugados (alguns são escolares, cedidos por prefeitos “amigos”). Todos pelo Carniça.

O povo sabe. A melhor coisa que o Presidente Bolsonaro entregou no seu governo foi a Verdade. Por que?

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. —João 8:32.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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