22 de abril de 2026
Ligia Cruz

Pior não pode ficar

Ah! O Brasil não tem terremoto! Tem sim! Não tem furacão! Tem sim! Não tem tsunami! Tem sim! Todos em um!!! Um patranheiro, aldrabão, embusteiro, mitômano chamado Lula da Silva. Um sujeito cujo QI se compara ao de uma ameba.

Ele extrapolou todos os parâmetros de inteligibilidade e escancarou sua arrogância burra para terminar de enterrar um país que não merece figurar no ranking mundial dos mais corruptos, violentos e caros do mundo — um desastre econômico.

País onde grupos do narcotráfico são defendidos pelo governo e alçados a um posto de excelência.

Fundo do poço. E seco.

Nem mesmo Xi Jinping chegou ao extremo de partir para ofensas e provocar Donald Trump durante a guerra tarifária imposta pelo americano. Ele, educadamente, respeitando os protocolos diplomáticos negociou e chegou a um bom termo para o seu país, em que pese seja ele um ditador. É um governante inteligente e cordato.

Até mesmo Vladimir Putin tem uma relação respeitosa com os Estados Unidos de Trump, apesar de todas as sanções impostas à Rússia, desde o início da guerra contra a Ucrânia. Faz parte do jogo diplomático conversar com opositores, o que exige tirocínio, estratégia política, inteligência e capacidade de negociação.

Lula, evidentemente, não tem esses predicados. Só fala para seus iguais e sua bolha de aduladores, que o idolatram e creem em seus ideais comunistas fantasiosos. Desconhece a história, acredita porque alguém falou, não leu em livro algum. É um papagaio adestrado.

O anão diplomático de Garanhuns desconhece as filigranas das negociações exitosas. É o macho nordestino narcisista com fama de pegador, que saca a peixeira para desafiar o opositor, sem qualquer cerimônia. Mas não espeta ninguém, manda fazer.

Ele, literalmente, esgarçou toda e qualquer possibilidade de boa convivência com os Estados Unidos, parceiro econômico, cujo protocolo foi assinado em 1824, por D. Pedro I. Jogou fora relações comerciais tradicionais que têm feito a diferença na balança comercial brasileira há muito mais de cem anos.

Donald Trump, na verdade, pouco se importa com Lula. Ele sabe que ele está no fim do governo e, como dizem os americanos, não passa de um “jester” ou bobo da corte.

Entretanto, quando Lula faz reiteradas defesas à grupos terroristas como o Hamas, se alia, visceralmente, ao Irã, que declara a morte à América – denominada pelo aiatolá como o “grande satã”- faz provocações biliosas sucessivas a ele, desdenha do dólar como moeda global frente aos sócios dos Brics, o limite chega ao fim.

Trump não está rompendo efetivamente com o Brasil, mas punindo o sistema ditatorial cruel que está sendo implantado aqui em conluio com o STF, que tem como mandatário Alexandre de Moraes, “persona no grata”. Ele não quer que o Brasil se torne uma sucursal da China, do Irã ou da Rússia, regimes que não respeitam as liberdades democráticas, na sua esquina.

Após tantas provocações, a censura imposta a empresas de mídias americanas a cidadãos americanos, o caldo entornou.

Os 50% de taxação a produtos brasileiros não estão saindo barato. Mais que uma troca de farpas é uma punição pelo conjunto da obra.

Os Estados Unidos não desejam ter mais ditaduras no seu entorno, nem mesmo negociar com eles. E está dando o direito de resposta em novos termos, mais equânimes.

Com respeito à liberdade de expressão, ele avisou que imporia restrições à países antidemocráticos.

O “fascista”, “nazista” presidente americano, segundo Lula, chegou no limite do “dane-se o Brasil”. Trump sabe que o povo brasileiro não se vê representado pela quadrilha que tomou o país de assalto, com dinheiro da Usaid e ajuda de Joe Biden.

Talvez, em sã consciência, se sinta com o dever moral de restabelecer a ordem, inclusive defender Jair Bolsonaro, a quem ele pessoalmente preza. São suas questões pessoais.

A carta encaminhada ao governo brasileiro, não tem nenhuma ofensa. Ele reclama, com razão, que não há paridade econômica.

O Brasil é um mercado muito fechado e caro.

O volume de exportações para aquele país somou US$ 3,36 bilhões em junho passado. Lingotes de ferro e aço, ferro gusa, óleos brutos de petróleo e minerais, celulose, aeronaves, café e carnes lideram a lista de produtos exportados.

Agora os mui amigos irmãos Batista, fazendeiros e banqueiros vão começar a perder. Depois é só fazer a prova dos nove e zerar.

Infelizmente, o agro, a Embraer e vários setores da economia brasileira sofrerão se não houver negociação em bons termos. E Trump é bom nisso. Do lado de cá quem? Fernando Haddad?

Com tudo isso, a economia nacional, já tão surrada, sofrerá muito, caso Lula decida retaliar. E é o que vai fazer, cantando de galo, dizendo que o Brasil é um país soberano, que ninguém se mete aqui blá blá blá. Resposta chinfrim escrita pelo fóssil jurássico comunista Celso Amorim.

O Brasil vai perder e o digníssimo falastrão, rei das pataquadas, continuará garganteando que o galo do terreiro é ele. E só. Irremediavelmente irresponsável.

A turma da Faria Lima e os tucanos arrependidos vão se sentar e chorar, porque o povo raiz não investe no mercado de capitais, nem em bitcoins. Se ajeita bem com um bom prato de arroz, feijão e ovo.

Ligia Maria Cruz

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

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