O sindicalista com dipRoma de jornalista

Oswaldo com w ou com v?

O “grande” jornalista (sic) investigativo não passa de um office-boy da notícia, um garoto de recado. Agora desviando o rumo da prosa, criando factoide, em meio ao imbróglio de uma eleição com cartas marcadas.

NUNCA foi repórter investigativo. Quem trabalhou numa editoria de Polícia SABE do que falo! Era “blogueiro”.

Aliás, com o salário de jornalista atual, como esse Eustáquio, que não tem Background na área, viaja pelo país?

Ora, ele estava lá no restaurante caro para pegar o Gleen Verdevaldo no flagra? Tem que sentar, consumir. Mas quem pagou? E a passagem aérea?

Não dá conta de escrever, usa um Português chinfrim.

Mais um engodo.

Tipo o tapinha do Augusto Nunes no mesmo Gleen no dia da votação da Segunda Instância. A pauta é agendada antes. E um jornalista que vem de uma Veja não marcou com dois juristas, um da esquerda e um da Direita para tratar do assunto? Claro que não.

Logo, não é Jornalismo.

Deu o tapinha de araque e subiram a hashtag “somostodosAugustoNunes”. Assim passou tranquilamente a segunda instância.

Augusto Nunes, o grande amigo do FHC. Apresentava o programa Roda-Viva da TV Cultura, onde a indicação é política. Quem indicou? Você fala ou eu falo?

Agora vão subir a hashtag para o peão da informação?

Oswaldo Eustáquio, o sindicalista, office-boy da notícia.

Haja engodo!

Pois é, a ministra Damares dispensou a mulher dele que tinha atuação na área indígena. A ministra é da confiança do Presidente.

A mulher do Tanquinho, digo Taquinho. Taquinho tá com tornozeleira?

Apreenderam o computador do Taquinho?

Tadinho.

Mas aquele comediante humilde que apoiava o Bolsonaro, a polícia invadiu o apto dele, levou computador e celular, e ele e a mulher ficaram em prantos, ah, dele ninguém falou. Nem foi chamado para ir ao Terça Deus me Livre. Passar bem.

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