O nome: guarde bem o nome!

Não vou colocar a titulação do novo ministro da Saúde. Apenas o nome: Nelson Teich. Guardem o nome.

A titulação não interessa se não houver caráter e a intenção do sujeito seja outra.

De que adianta encher a boca e dizer: “sou um dos 12 apóstolos de Cristo”, se a criatura for o Judas?

Este é o ponto crucial: estar afinado com o grupo, ter consciência do que é melhor para o povo e na montagem do ministério ter assessoria com gente qualificada. E que o interesse seja garantir o melhor para o país.

Bolsonaro é prova disso: integridade e capacidade de escolher um ministério com profissionais íntegros, qualificados e comprometidos com o povo. Ah, ele errou? Ninguém escapa de erros. Mas saber sair deles e tocar o barco até chegar em terra firme é o que importa.

Boa sorte ao novo ministro Nelson Teich. Que seja digno da confiança que está sendo nele depositada!

Conversa vai, conversa vem…

Conversei com um grande pesquisador e cientista brasileiro que tem destaque internacional, mas nunca ganhou licitação ou emplacou os projetos no Brasil na área de Tecnologia, Educação, Saúde. Nem em nível federal ou nos Estados, porque era custo baixo (aproveitamento dos recursos e profissionais que as secretarias e ministérios já tinham). E, sabemos, não cabia então “meter a mão”.

No caso da dengue, nem um centavo seria gasto e era algo tão simples que até a Dilma ou o cachorro atrás da criança poderiam ter entendido a dinâmica da coisa.

O cientista de que falo implantou na Bélgica e Canadá a coleta do lixo a baixo custo, por exemplo.

E retornou ao país onde montou no Nordeste um projeto de alfabetização que tem dado resultados maravilhosos. Projeto pessoal que ele implantou em áreas do sertão. E retornou à Universidade onde leciona.

Pensar que o dinheiro público foi usado por décadas para termos profissionais assim e eles nunca dão o retorno à sociedade porque o esquema não permite.

É por isso que precisamos apoiar o governo e o presidente Jair Bolsonaro.

A opinião do especialista sobre Henrique Mandetta, o ministro da Saúde que saiu.

Segundo ele, o ministro começou bem, o que projetou era compatível, até que entrou a questão política.

E aí começou a história da hidroxicloroquina e etc. Deu no que deu… foi tudo por água abaixo.

“Há quem perca tesouros inestimáveis por vantagens medíocres” (São Francisco de Assis)

Guarde bem o nome!
Não leve gato por lebre!
Saiu Henrique Mandetta!
Entrou Nelson Teich!

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