Extremistas ou infiltrados?

Foto original: Arquivo Google – TenhoMaisDiscosqueAmigos

Muita gente usando a boa fé das pessoas, desviando a atenção e ganhando mídia. Mas vamos direto ao ponto.

Inadmissível essa ala radical que tem – sim – usado a pasta da Cultura para impor o viés que querem dar ao governo.

Aprenderam com Olavo de Carvalho mas querem dar o passo maior do que as pernas: ora tentam detoná-lo, ora o utilizam em benefício próprio.

O interesse em detonar a ministra Damares é recorrente.

Criam Fakes para bater naqueles que forem de encontro ao encaminhamento radical que querem dar.

Posam de donos da verdade, impõem regras, até mesmo para o presidente, ali na cara dele.

“Quem chamar o Soleimani de general é um FDP”. Mas Trump anunciou que o “general iraniano foi eliminado”.

Bolsonaro, idem. O ministro das Relações Exteriores também.

Esse é o critério e a terminologia usado dentro dos governos democráticos.

Como fica?

Essa gente é a esquerda no espelho: o extremismo que vai tomando conta.

“Achtung!” (Cuidado)

Não estamos sob o comando da propaganda de Goebbels que reuniu em Berlim no Sportpalast, mais de dez mil pessoas de todas as vertentes da sociedade, inclusive crianças para conclamar o povo para a “Guerra Total”, depois do massacre na Rússia, induzindo o povo e manipulando da forma mais ignóbil. Mas Goebbels é o mestre da Propaganda e da manipulação.

Frágil demais dizer que a patrulha esquerdista está em cima e é ela a culpada. Não. Os fatos foram dados. Fatos!

O jornal francês Le Monde manchetou:

Discurso do III Reich no governo Bolsonaro de extrema-direita.

Mas o discurso de Goebbels com Wagner ao fundo e em cena o Secretário da CULTURA. Como se Secretário da propaganda nazista fosse?

Estão nos chamando de burros nessa trapalhada que aprontaram?

São o Harry e a Meghan do governo Bolsonaro.

Houve um erro, CRASSO!

Mas será que foi erro mesmo ou tudo bem calculado?

Afinal, a pasta reúne muitos que adoram colocar o dedo na cara das pessoas na rede social, especialmente.

Onde se dividem para dar ordens a outros ministros e criticá-los um dia sim e outro também.

Que tal o ministro Sérgio Moro não ir mais a shows de rock afinal o rock é abortista, satanista, leva às drogas, segundo a linha de pensamento dessa gente. Algo como os islâmicos executarem os jovens que podem escutar música dos infiéis: rock, pop, rap.

Que gente é essa no governo? E batendo estaca fora dele?

O rock e o funk não levam às drogas e nem ao aborto. A falta de cidadania na base SIM: esporte, educação, lazer e de cumprimento das leis foram desativados no caos provocado pela esquerda. Estranhamente essa ala que se diz Direita mantém o mesmo status quo.

Mas, Sérgio Moro que gosta dos Beatles e do Sir Paul Mc Cartney, deve pedir desculpas ao maestro desconhecido até no Paraguai, o indicado por Alvim para a presidência da Funarte, o terraplanista Dante Mantovani?

Aliás, ele, Youtuber, retirou os vídeos, mas todos eles foram legendados por funcionários de embaixadas de outros países e circulam pelos preparativos do jubileu do compositor Beethoven que toma conta da Europa em 2020.

Mantovani vai parabenizar Jimmy Page e o Manfred Kann’s após a apresentação deles, virtuoses que são em Beethoven? E terá coragem de dizer Hello para McCartney? Melhor não arriscar.

Essa gente está indo longe demais.

Se fosse na Europa, o agora ex-secretário da Cultura, estaria prestando depoimento por apologia ao nazismo. SIM!

Não foi a esquerda, foi ele quem criou o fato. Se criou o factoide para passar a pasta para outro, ia ter que se explicar com as autoridades e não seria poupado.

E mais, apropriação indébita: usou trecho de Goebbels, propriedade intelectual de terceiro, e não foi “releitura”, foi quase ipsis literis e não citou a fonte.

Achou que funcionaria nos moldes do que disse Goebbels nos bastidores após encerrar o discurso no Sport Palast em Berlim:
“Foi um evento de idiotices. Se eu tivesse dito a eles “pulem do terceiro andar da “Columbushaus”, eles teriam feito isso também”

Não podemos aceitar que extremistas se infiltrem e tomem conta do governo. São minoria, mas começam assim.

E continuem a ouvir “Wagner”. O compositor é referência indiscutível na Música e reúne um público seleto anualmente no maior evento de música clássica da Europa em Bayreuth, na Alemanha.

Os maiores maestros e experts em música, autoridades e intelectuais, além de celebridades do mundo da música se reúnem lá! Dante Mantovani e o ex-secretário não sabem disso.

Usar o discurso de Goebbels e usar Wagner na trilha sonora dentro de um governo é ir longe demais.

O nome do filme deveria ser: Dormindo com o inimigo!

Com amigos dessa laia, quem precisa de inimigos?

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