Ano Novo?

Não adianta mudar o número do ano.

Por acaso você soma?

Em que situação?

E o que você diminui?

Você subtrai dos outros, diminui os outros, para multiplicar o benefício pessoal ou do seu grupo?

Você é número ímpar? Do tipo que se junta com os números pares, para continuar ímpar.

Ou seja, o traíra… Quer que os outros o reverenciem. E não ser ímpar pelo mérito pessoal e intransferível.

Falo daquele tipo de gente que precisa do bando para fazer número: aumentar o valor de si mesmo e diminuir os outros. Assim, causa na rede social e tenta elevar à enésima potência a autoestima baixa que está ali na soma dos dias, das horas, nas situações reais fora da planilha das redes sociais.

Gente sem limite, mas que passa longe da aritmética.

E são muitos. Progressão geométrica.

Pena que não se dão conta do que são.

Mas nessa Matemática o resultado final é sempre “ímpar”.

A soma do balanço de todos os anos.

É a hora do acerto de contas.

Muitos em débito. Outros, credores.

Independente da cor, independente da crença, da onda que pulou ou deixou de pular, das oferendas, das conversas fiadas e afiadas.

O balanço da horas é inexorável. O tempo é o senhor da razão.

Que 2021 seja do seu tamanho exato: do número que te caiba. Daquilo que você realmente merece. A mais ou a menos.

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