Alan Parsons Project: Música, Matemática Pura e Perfeição


Desde muito tempo, os ingleses e ninguém mais que eles, inspirados na perfeição da música clássica, e na mistura com o blues, pitadas de folk e jazz, criaram uma “sonoridade” Rock’n roll em cima da roupagem original americana dos anos 50.
A música, determinaram os grandes filósofos gregos – e depois deles – noves fora, nada – faz parte do “quarteto” (adaptando a palavra ” Quadrivium” para um termo mais musical 😉) – a educação primordial para entender o mundo. É a escola Platônica, que prevaleceu até o final da Idade Média. É o currículo para o SABER na tradição platônica.
Idade Média e a grandeza do saber
“Idade Média” foi a idade das trevas? Finge demência e saia à francesa. Ou vai passar por ignorante…
No pós Idade Media é que se encerrou a busca do saber nos termos elevados da filosofia grega. E vai a pergunta básica? Como construir uma igreja gótica sem extremo saber e conhecimento?
Idade das Trevas é o que veio devagarinho. Ali nas faculdades públicas e particulares do Brasil. Podemos enfiar todos os cursos de Humanas e coligados no balaio dos desafinados. Jogue milho “Rivotril”: eles comem!
No Direito, então. O Immanuel que citam é o que psicografa. Ave, Kant! “Der bestirnte Himmel über mir und das moralische Gesetz in mir” .
Onde entra o Rock’n Roll no Olimpo Grego?
O sistema de aprendizagem em Platão trazia 4 Ciências sequenciais nessa ordem de valor: Aritmética, Geometria, Música e Astronomia. A escola do Pensar. É sobre números, unidade na multiplicidade, cada número tem uma diferente síntese, são quadrados, triangulares, sejam números, sejam figuras geométricas. Não é possível quebrar a sequência…
Na Engenharia do Rock!
Agora sim! Você já.ouviu falar em Pink Floyd?
E que profissional estava por trás de tudo aquilo? Do som aos efeitos em shows, vídeos… A precisão e a beleza! O mesmo criador da base para ” Star Wars”. Sim… Foi ele… Alan Parsons!!!
Nos mosteiros e nos castelos, e nos espaços “matematicamente” determinados pelo planeta. A música apresentada em sua sonoridade e musicalidade mais elevada tem “magos ” por trás. São matemáticos.
A engenharia dos equipamentos, do funcionamento orquestrado da equipe, e da “criação”. E no alto das montanhas a Oeste de Stuttgart, nas ruínas do mosteiro Hirsau, o engenheiro de som do Pink Floyd, o genial Alan Parsons derruba todas as palavras acima numa “sequência numérica indescritível!
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