23 de abril de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

Um posto de gasolina que fez história no Brasil

Tudo começou no “Posto da Torre, no setor hoteleiro sul de Brasília, perto da Esplanada dos Ministérios, além das dezesseis bombas de abastecimento, da espaçosa lanchonete e da loja de conveniência, funcionava uma movimentada casa de câmbio, com luminosos cartazes com a indicação de Câmbio-Exchange . O posto nunca lavou um carro”.

É um trecho do meu romance: A Besta de Pasadena, o 3º livro da TRILOGIA DO APOCALIPSE.

Como escritor criei tramas de mistério e de suspense para enredar o leitor numa apaixonante narrativa policial, que começa num movimentado posto de gasolina e se infiltra nos porões do poder político, empresarial e palaciano.

Acreditei que a “A lei vale para todos”, precedida de legitimas investigações e prisões.

Acreditei nos procuradores da República de Curitiba que descobriram que o Posto da Torre integrava uma ativa e milionária rede de lavagem de dinheiro, originado as 79 fases da Operação Lava Jato, que desvendaram o maior esquema criminoso do Brasil.

Encarceraram o maior ladrão da história do Brasil: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em todas as instâncias em 11 processos por corrupção e lavagem de dinheiro.

Mas, na linha do tempo, sorrateiramente, as peças do xadrez político se moveram contra a trajetória de conquistas jurídicas de “moralização social” da Lava Jato.

O Togado Mor do Supremo, filiado ao Partido das Trevas, comandou a vergonhosa votação colegiada para a soltura do criminoso condenado Lula.

O Plenário do STF acabou pondo um fim à prisão em 2ª Instância, rasgando a Constituição para libertá-lo da prisão VIP da Polícia Federal, em Curitiba, onde ficou preso por 580 dias.

A ala vermelha dos Togados ainda não ficou satisfeita. Quer agora anular todas as 11 condenações do ex-presidente para torná-lo Ficha Limpa e candidato do PT nas eleições de 2022.

Recorre a ilegais gravações, obtidas de hackers, para forjar uma suspeição de parcialidade em excessos investigativos, supostamente cometidos pelo ex-juiz Sérgio Moro e pelos Procuradores de Curitiba.

Fazem parte dessa conspiração: a sórdida mídia, saudosa das milionárias verbas públicas, mancomunada com suspeitos parlamentares envolvidos em falcatruas, e a esquerda do “quanto pior, melhor”. Todos unissonantes nas promoções midiáticas, antecipando a festiva volta dos velhos tempos de corrupção e culpando o Presidente da República pela extinção da Lava Jato.

Sem falar na ala radical do STF que ordena monocraticamente censuras, abre inquéritos para perseguir pessoas e instituições ligadas ao governo e cobra ações do Legislativo e do Executivo, se imiscuindo desde as FAKE NEWS ao Plano de vacinação nacional.

Essas exorbitâncias do STF afluem em cascata para as instâncias judiciais, onde magistrados emitem abusivas liminares, fecham e reabrem o comércio, prendem e soltam por decisórios individuais, agravando o clima de instabilidade jurídica do país.

Nesse perverso contexto de demonização da Lava Jato, o Presidente Bolsonaro vem atuando com os novos eleitos do Congresso na “pacificação” da Nação e no repúdio às criminosas incriminações de que pretende acabar com o profícuo legado da Lava Jato, que recuperou R$ 4,3 bilhões, desviados pelo PT e pela sua nefasta militância.

Que Deus proteja os brasileiros dos demoníacos conspiradores, que, em plena guerra contra a Covid-19, querem destruir o futuro do Brasil.

Recomendo o romance policial “A BESTA DE PASADENA” aos leitores interessados em saber como a Operação Lava Jato no Brasil desvendou e combateu a maior corrupção sistêmica no ambiente político-empresarial do governo petista.

A narrativa romanceia a descoberta da compra fraudulenta de uma refinaria no Texas, que deu origem ao Petrolão. A Mandatária Éris, Deusa do Caos, na mitologia grega, a comprou quando presidiu por 7 anos o Conselho de Administração da PETROSIL, a Petróleo do Brasil S.A, a maior empresa estatal do país.

Ver o link: https://www.amazon.com.br/Besta-Pasadena-Ilmar-Marinho-J%C3%BAnior/dp/8556621953

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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