Nossa Senhora do Apocalipse proteja o Brasil

Que Nossa Senhora do Apocalipse “derrote as investidas da Serpente Infernal e ilumine com a sua luz a bem aventurada busca da verdade, da justiça e do entendimento entre os homens.”

No meu romance policial: “A BESTA DE PASADENA” enfatizo essas palavras de esperança do “no apocalíptico diante da gloriosa Santa com suas doze estrelas na cabeça, representando as doze constelações do sistema solar, carregando uma criança e pisando na cabeça do Demônio”, e evoco, em plena pandemia, afligindo a humanidade, que o seu manto sagrado cubra a todos que pedem a sua proteção.

Que Ela proteja o Brasil contra as “Bestas” que querem destruir o país e o futuro da Nação.

Nos proteja da “equivocada” decisão do Supremo, que acolheu liminarmente o demagogo pedido de uma minoria parlamentar oposicionista e determinou que o Congresso abrisse uma “CPI para apurar se há falhas no enfrentamento da pandemia e responsabilizar o(s) responsável(eis) por tais falhas”.

Logo que foi instalada, a CPI virou, como deliberadamente tramada, uma odiosa conspiração para incriminar o Presidente da República, eleito democraticamente, pondo em prática todo tipo de embuste para acusá-lo pelas mortes causadas pela pandemia.

Com o objetivo de lograr êxito num processo de impeachment com o apoio da sórdida mídia, a CPI nesses 3 meses de frustrantes trabalhos se transformou num tribunal de exceção, acima da Lei, atentando diariamente contra a união dos brasileiros.

Ao invés de inquirir com imparcialidade os depoentes, independentemente da ideologia e da posição antigoverno, eles são massacrados e jogados aos leões no Coliseu brasiliense.

A cada dia surgem exemplos da criminosa inquisição, como os ocorridos com as renomadas médicas Mayra Pinheiro e Nise Yamaguchi.

Por ter sido “humilhada e desrespeitada na Casa do Povo Brasileiro”, a Dra. Yamaguchi entrou com uma “ação de reparação de danos morais” contra o Presidente da CPI e um senador.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou “uma moção de repúdio à ação negativista de alguns senadores e a espetacularização dos depoimentos”.

Grande parte da culpa da desmoralização nacional do Senado pelos fracassados trabalhos investigativos da CPI recai na “impoluta dupla”: o Presidente e o Relator da CPI.

O Presidente Omiz Aziz foi “investigado por desvios de R$ 260 milhões de recursos federais na área da saúde quando foi governador do Amazonas” e , em 2019, a sua esposa, deputada, e os seus irmãos foram presos, por acusação de desvio de verbas públicas da saúde na histórica “Operação Maus Caminhos” da Polícia Federal (PF) no estado amazonense.

Quanto ao Relator-Inquisidor-Mor Renan Calheiros, basta trazer à tona o seu invejável currículo penal.

O JusBrasil encontrou 13 processos nos Diários Oficiais. Num deles, suspeito de desvios de verba pública foi condenado pela 14ª Vara Federal de Brasília “por improbidade administrativa e perda de mandato”, ao que o senador recorreu com toda “serenidade”.

O calamitoso é que mesmo com tais antecedentes foram eleitos pelos senadores para presidir, relatar, inquirir e criminalizar “os que agiram fraudulentamente na saúde pública” e “torturando os fatos”, perseguir os membros e aliados do governo federal.

Algo absurdamente amoral e ultrajante para a robusta democracia brasileira.

Que N.S do Apocalipse proteja o futuro do Brasil dos senadores corruptos e dos réus impunes.

Aos leitores interessados em conhecer mais sobre os livros da TRILOGIA DO APOCALIPSE, recomendo a leitura dos empolgantes romances policiais com suas diabólicas tramas de suspense e de ação na cidade de Angers, na França, de Lucca, na Itália e na ainda maravilhosa cidade do Rio de Janeiro, apesar de 5 Governadores do RJ terem sido presos por corrupção.

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