24 de abril de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

Muitas mentiras para poucas verdades

Em 31 de outubro de 2022, em tempos tempestivos de graves conflitos bélícos e de grandes incertezas sobre o futuro do mundo, o Brasil foi vitimado por resultados adversos aos anseios de ordem e progresso de uma nação com 220 milhões de habitantes.

O ano de 2023 deixou um acúmulo de notícias negativas sobre os perigosos rumos da gestão pública, o que tem gerado preocupações, noites de insônia e até transtornos depressivos diante da falta de perspectivas de um esperançoso futuro verde-amarelo.

É hora de dar um “basta!” para se poder dormir em paz e sonhar com um país abençoado.

É hora da mobilização dos brasileiros para que, juntos e pacificamente, se engajarem em reconstruir o nosso Brasil, que está andando de marcha à ré.

É hora da virada de um país, golpeado pela volta ao poder de um ex-atrás-das-grades, que nos governa por meio de uma nazista “Fábrica de mentiras”, convicto de quanto mais as repetir, mais elas enganam e acabam virando “verdades”.

É mentira, quando se enfatiza que a economia vai bem. A verdade é que o Setor público teve um déficit de R$ 249,1 bilhões, em 2023, o maior registrado, desde 2020.

Mente-se, ao se explicar, que se gastou 1 bilhão com as 24 luxuosas viagens ao exterior e suas volumosas comitivas porque eram necessárias para incrementar e fortalecer as relações internacionais e comerciais.

As verdades diplomáticas registram mais empréstimos aos muy amigos, Venezuela e Cuba, e ativações simpatizantes com ditadores e grupos extremistas.

Assim, é tudo mentira que a imagem do Brasil no exterior está fortalecida.

Basta lembrar as gafes e o repúdio internacional, causado pelo abominável improviso do Presidente de comparar “a ação de Israel em Gaza aos tempos da Alemanha hitleriana”.

São tantas as mentiras oficias que tiram o sono do brasileiro, como a garantia de que a unidade federal prisional de Mossoró é de segurança máxima. A escandalosa fuga de 2 chefões do Comando Vermelho da Penitenciária, levanta a suspeita de grave negligência cúmplice.

São 15 meses de desgoverno numa nação, que tem tudo para ser vitoriosa “entre os grandes”.

Que Deus proteja o Brasil das mentiras institucionais da “Fábrica”, imitando Hitler, ao dizer que: “Torne a mentira grande, simplifique-a, continue afirmando-a, e todos acreditarão nela”.

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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