Acorda Brasil!!!

“O obvio é a verdade mais difícil de enxergar”. A frase, sempre atual, é da escritora Clarice Lispector.

Cientistas, médicos, sanitaristas e o governo se empenham em abreviar a volta segura da normalidade com o adeus do uso obrigatório de máscaras, do home office e do lockdown.

Mas, só se enxerga uma luz no fim do túnel se a politização da pandemia acabar. Quando?

A CPI da Covid foi criada com o faccioso “objetivo de apurar se houve falhas por parte do Governo Federal no enfrentamento da pandemia” e se transformou numa conspiração para derrubar o Presidente da República, motoqueiro, eleito democraticamente.

O Presidente e o Relator da CPI da Covid, com processos de corrupção nas costas, posam de “senadores-juízes” da moralidade pública.

A verdade é que o senador Omar Aziz teve a mulher e três irmãos presos nas investigações da “Operação Maus Caminhos” da Policia Federal sobre a suspeita de desvio de dinheiro da área da saúde no Amazonas – estado em que foi Governador de 2010 a 2014.

Se vangloriou em entrevista à CNN de não ter sido denunciado, comprovando que o “fato não lhe diz respeito”. É um apóstolo da verdade.

Tanto que em sua função inquisidora clama que o objetivo da Comissão “não é investigar pessoas, mas sim os fatos” e prometeu que “o relatório da CPI trará à baila os crimes contra vida, os crimes sanitários”, evitando antecipar detalhes do relatório final.

Nas várias entrevistas exibicionistas, mesmo em pleno recesso da Comissão, tendo sido contrário “às férias”, não perdeu qualquer oportunidade para atacar o Presidente Bolsonaro.

Na medida em que o povo brasileiro fica cada dia mais saturado e indignado com os rumos da CPI do Ódio, o senador Omar, depois de afrontar as Forças Armadas, concentrou os ataques ao Presidente com a ladainha de que é: “… incapaz de ser solidário aos brasileiros… um Presidente motoqueiro… um agressor de mulheres… que gosta de gritar com as mulheres… mas adora andar de moto… um grande motoqueiro… e péssimo Presidente o Brasil tem.”

Os Comandantes das Forças Amadas repudiaram as declarações do senador, “desrespeitando” os militares e o tacharam de “irresponsável” e “leviano” na condução dos trabalhos da CPI.

Quanto à falsa acusação do Chefe do Executivo ser “agressor de mulheres”, vale citar que o falastrão senador está sendo processado a pagar uma indenização de R$ 360 mil à renomada medica Nise Yamaguchi, por ter sido vítima de misoginia (preconceito contra mulher e humilhação) no depoimento na CPI.

Quanto à “conotação pejorativa à categoria”, os motoqueiros se sentiram agredidos e reagiram indignados em tempos de pandemia, em que as suas bem-vindas invasões nas ruas ensinam de que é preciso sobreviver, ajudar quem precisa e confiar no futuro da Nação.

Vociferam em coro uníssono nas capitais: “NOS RESPEITE, SENADOR!”

O Presidente da CPI do Ódio não quer enxergar o óbvio sobre o “Presidente da República, líder das populares “motociatas”.

É porque sabe a verdade: Bolsonaro não responde a nenhum processo no STF e não depende da gratidão de um Ministro para se livrar da prisão VIP de Curitiba.

Sabe que os solidários motoqueiros trazem a esperança de que o Brasil tem jeito, apesar dos maus políticos e dos esquerdistas, pregadores do ódio e do caos.

Que Deus proteja o Brasil e abençoe o Acordar dos brasileiros unidos para enxergar um futuro de ordem e progresso para o país.

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