A segunda onde e a violência nas ruas

Nessa época pré-natalina, em 2019, o governo comunista da China ocultava do mundo o surto do “vírus chinês”. Em quase um ano, já ultrapassou 1 milhão de mortos.


“Pobres, ricos e milionários, sem distinção”, se igualam no enfrentamento mundial da pandemia, ainda sem vacinas e sem tratamentos eficazes.

Em níveis globais, houve uma revolução nos hábitos de higienização e de convivência social. As empresas tiveram que se adaptar ao virtual “home office” e o consumo aprendeu a lidar com lojas fechadas e com o incremento das vendas on-line.

Enquanto as vacinas seguras tardam em chegar e novos lockdowns entram em ação, ficamos presos em casa, assistindo televisão, lendo, trabalhando e driblando a ansiedade. Coube a cada um de nós encontrar o seu jeitinho de se organizar na rotina doméstica e de respirar o ar da esperança para vencer as sombrias incertezas do amanhã.

Sem saber para onde a humanidade caminha com os rostos mascarados, aprendemos a superar os desafios profissionais, financeiros ou familiares do dia a dia.

Como se não bastassem as inquietações, somos massacrados pela sórdida mídia com suas manipuladas notícias negativas e a desalentadora contagem de mortos todos os dias, o que dramatiza a “visão do túnel”, sem uma luz em frente.

Nesse angustiante cenário, as pessoas são levadas a se aproximarem do religioso, dos cultos e das orações. Já as pessoas inconformadas, motivadas por um forte sentimento de revolta são levadas a participar de movimentos sociais em voga, as vezes violentos, como nos EUA, Polônia, França, Alemanha, Chile, Tailândia e até na Rússia.

No feriado da Consciência Negra, houve uma trágica ocorrência de “extrema violência” num supermercado, em Porto Alegre. Um visitante, tachado de “brasileiro negro”, com antecedentes criminais, morreu estrangulado por 2 seguranças.

A morte teve ampla repercussão, após a grande mídia rotular a agressão de “crime racial”.

Intencionalmente, o tendencioso jornalismo brasileiro vinculou o crime de Porto Alegre à morte por asfixia, em 25 de maio, de um homem negro americano, “sob custódia policial”, em Minnesota, que gerou protestos antirracistas em massa nos Estados Unidos.

Não só o intenso noticiário televisivo nacional associou a criminosa ocorrência no supermercado ao racismo norte-americano, como deu uma ampla cobertura às violentas manifestações antirracistas de protestos e vandalismo, em Porto Alegre e São Paulo.

A “extrema violência” no supermercado deve ser investigada e punida com rigor.

Qualquer tipo de violência é inaceitável. Sempre mereceu o nosso veemente repúdio. Como é inaceitável a reportagem jornalística do trágico episódio de Porto Alegre, que, dolosa e ideologicamente, abusou de manchetes falsas e sensacionalistas para incitar acintosos e violentos protestos de ódio e de “discriminação racial no Brasil”.

Diversas autoridades se indignaram contra a violência no Brasil, em plena Covid-19, ressalvado que o “lamentável” episódio de Porto Alegre não foi “provocado por racismo”, mas forjado pela sórdida mídia, que denegriu a imagem do País e do seu povo miscigenado e pacífico.

Que DEUS ACIMA DE TODOS proteja o Brasil contra “aqueles que instigam o povo à discórdia, fabricando e provocando conflitos que atentam contra a nação e contra a nossa própria história”.

Assim falou o Presidente Bolsonaro, eleito democraticamente e cheio de razão.

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