
“A Besta de Lucca”, o 2º livro da Trilogia do Apocalipse narra a ascensão e a queda da célebre Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, criada em 1118, conhecida como a Ordem dos Templários.
Na defesa da peregrinação dos cristãos a Jerusalém, tornou-se extremamente poderosa, militar e financeiramente, despertando a inveja e a ganância.
Em 1307, o Papa Clemente V se uniu ao falido rei Felipe IV, da França. Extinguiu a Ordem e confiscou todos os seus bens. Os grão-mestres foram queimados em praças públicas.
O romance policial recria uma nova e poderosa Ordem dos Templários na medieval cidade de Lucca na Toscana.
Há uma luta de poder para definir quem a comandará: o Gran-Mestre, com a sua fé católica de fundar uma Ordem voltada para o “Evangelho e eternamente em Deus, com Deus e junto a Deus” ou o rival, o Decano, empenhado junto à Santa Sé em se unir ao Banco do Vaticano para se tornarem “os mais poderosos financistas do planeta“.
“A nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas.” (Novo Testamento, Epístola de São Paulo aos Efésios 6:12)
No Brasil, a LAVA-JATO enfrentou essa luta contra os poderosos e os corruptos.
Após intensas investigações, a Força-tarefa conseguiu reunir provas robustas para condenar o ex-presidente Lula.
O Supremo, por decisão majoritária, o condenou. Ficou preso por 590 dias, em Curitiba.
Uma vitoriosa conspiração no STF revogou a prisão em 2ª instância e Lula foi libertado.
O mundo jurídico foi surpreendido com a decisão monocrática do Togado Fachin do STF. Após longa tramitação, ele libertou Lula de 4 crimes da Lava Jato, após condenado em 4 instâncias. Agora é elegível para Presidente da República.
Lula agradeceu por cumprir ”uma coisa que a gente reivindicava desde 2016”.
O editorialista Valter Bernat, de O BOLETIM, sintetizou bem a “bagunça jurídica por aqui”, sobretudo “quão lenta, obscura, imprevisível e injusta pode ser a Justiça no país”.
O delírio monocrático do Togado acirrou o clamor da população, indignada com a nossa Justiça, avessa ao princípio de que todos são iguais perante a Lei.
A impressa escrita, que perdeu 50,4 % de seus leitores na pandemia por divulgar somente notícias negativas e óbitos, alardeou em manchetes sensacionalistas que o Supremo inocentou Lula num pré-julgamento.
Omitiu a herança maldita do lulismo na rede sanitária do país, que preferiu construir estádios, enlameados na corrupção, e importar médicos cubanos no fajuto projeto “Mais Médicos”, desviando verbas públicas para o governo cubano e se negando a investir em hospitais e em profissionais brasileiros.
O criminoso Lula na teatralização de mártir da Lav-Jato com a carapuça de Ficha Limpa, prestigiado pela mídia do ódio, negou-se a “admitir que a sua história pessoal e a de seu partido estão irremediavelmente ligadas a escândalos de corrupção”.
O “nefasto” monocratismo do Ministro Fachin, um guardião da Constituição, que anulou 4 processos do Lula, foi um maquiavélico surto psicótico jurídico, engendrado para implodir todas as conquistas da Lava Jato, envergonhando toda a Nação Brasileira.
“Cabe ao povo brasileiro exercer o legítimo direito de pressionar… principalmente nas ruas, de forma ordeira, firme, resoluta.” (Clube Militar)
A “Marcha da Família com DEUS”, dos idos de março de 1964, está de volta.
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