29 de maio de 2024
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Dilma é a síntese deste país: uma Zika insuperável

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Uma acéfala irresponsável berrando na televisão, ministros investigados por corrupção e lavagem de dinheiro e um ex-presidente atolado na lama. Nada disso tem a menor importância diante da tragédia instalada pelo Aeds Aegypti. Milhares de crianças nascendo deformadas, sem assistência, sem amparo e sem futuro.
Esse é o retrato macabro de um país governado por bandidos há mais de uma década. Em menos de 15 anos conseguimos regredir 100. Quanto mais a tragédia avança, maior é a inércia do governo.
O quadro não retrata apenas a caótica questão política. Retrata, sobretudo, a frequência sob qual esse país vibra há muito tempo, bem antes de Lula: a frequência da escassez, onde impera a lei do coitadismo.
No meio desta tragédia de proporções inimagináveis, carnaval e olimpíadas serão mantidos como se nada estivesse acontecendo. Nenhum risco, nenhum problema. Afinal, a tragédia, por ora, só bateu na porta do vizinho.
Na TV, com texto medíocre e atores idem, a emissora de maior audiência do país reforça que o rico é mau e o pobre é bom. Com sucessivas novelas exaltando as favelas, a TV Globo se superou no capítulo de ontem, quando um adolescente deixa sua casa num bairro “do asfalto” e vai para a favela, tecendo louros pela decisão.
Favela é a pior forma de organização social. Acesso difícil, moradias precárias, saneamento inexistente, e apesar de abrigar grande massa de trabalhadores, mantém verdadeiros ninhos de bandidos que a polícia prende e a justiça solta, teoricamente baseada em preceitos jurídicos, mas a prática mostra que não existe mais lugar para guardar tanta gente.
A TV Globo passou da mediocridade para o abjeto em questão de segundos. Fico pensando sob quais argumentos um anunciante põe dinheiro numa merda daquela, nivelando seu produto ao que há de pior em termos de qualidade de vida, saúde, educação, cultura e lazer.
Hoje grande parte da população foi apresentada a mais um vilão dessa tragédia sem precedentes: a síndrome de Guillain-Barré, já associada ao Zika.
Eu aplaudiria em pé se a presidente de merda eleita por gente sem escrúpulos contraísse uma dessas doenças. Que tal também a diretoria da Globo, por exemplo? Minha sugestão é que fossem se tratar nas inesquecíveis favelas que tanto alimentam.
Infelizmente, caso aconteça, o destino é o inigualável Sirio Libanês, pago com o nosso dinheiro.
O lixo desse país não está apenas no governo. Enquanto houver massa significativa exaltando a dor, o sofrimento, a miséria e a doença, continuaremos descendo ladeira abaixo. Salve-se quem puder, pois estamos no meio de uma verdadeira roleta-russa.

bruno

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