
O presidente de Banania já disse, incontáveis vezes e por motivos diferentes, que mais importante do que governar é criar narrativas.
Claro que para o ‘método’ ter êxito eleitoral é preciso combinar com o consórcio da grande imprensa e bastardos digitais o custo de sustentação midiática das suas narrativas.
Outra frente importante é aparelhar o serviço publico até o topo da pirâmide burocrática e, outra mais, é cevar o gado do congresso nacional com emendas bilionárias.
A penetração social das narrativas a nível popular é baseada em farto cardápio de programas assistencialistas.
Essa plataforma política tem mais êxito ainda quando a narrativa base é pautada na defesa dos pobres.
O presidente de Banania aconselhou o ditador Maduro, agora hospedado num spa carcerário nos EUA, a “criar uma narrativa sólida para convencer a população das suas realizações”.
Coisas que o povo venezuelano nunca viu mas, que os contadores do sistema bancário suíço contabilizam como ‘mega extração e contrabando de ouro’ escondido na conta pessoal do ex-ditador.
Imagino a ‘narrativa’ que o rei de Banania está elaborando para aconselhar os asseclas do Maduro de que as ‘127 toneladas de ouro’ é um registro da competência do regime no setor da mineração.
Na verdade, Maduro apenas protegia esse tesouro na Suíça para, em caso de ‘urgência social’, distribuir ao povo necessitado.

