22 de maio de 2026
Adriano de Aquino

O caso Thomas Caleb Butler x Kerry Sheron

Thomas Caleb Butler (32 anos) é o sujeito apontado pela tentativa de matar Kerry Sheron (69 anos). A brutalidade do ataque foi tão grande que a esposa de Kerry acredita que ele não tem “nenhuma esperança” de recuperação.

A polícia que atendeu a ocorrência na East Mission Avenue com a Buchanan Street /Escondido/California por volta das 14:15h de quarta-feira, relata que encontrou Sheron caído com ferimentos graves e um funcionário da companhia de serviços públicos contendo a ira de Thomas Caleb.

As circunstâncias que envolvem a agressão ainda não estão claras.

Esse poderia ser mais um evento isolado registrado no B.O policial.

Contudo, pela natureza letal do ataque e o comentário de um amigo, vizinho do potencial assassino; Butler sofre de “grave transtorno de estresse pós-traumático”, segundo informou “The California Post.

As entrelinhas do comentário do vizinho de Butler, me levou a pensar que ataques de lunáticos é um recurso recorrente em eventos que atingem grave e diretamente pessoas que assumem posições políticas claras em defesa de autoridades que admiram, defendem e divulgam publicamente, que é o caso de Kerry Sheron, veterano idoso, proprietário da “Casa Trump”, que alguns vizinhos reclamavam da fachada, repleta de bandeiras americanas e objetos de apoio a Trump.

Um incidente de vandalismo contra a propriedade de Sheron já havia ocorrido em março, de acordo com sua página no Facebook.

Como não creio em acasos com objetivos simbólicos claros, me veio a mente a postagem que fiz em 26 de abril, quando o professor atirador Cole Allen, entrou na sala de recepção do evento oficial ‘Jantar dos Correspondentes da Casa Branca’, sacou uma arma e abriu fogo. Coisa de louco!

Naquele post mencionei as táticas de ação política da Southern Poverty Law Center, durante a gestão Margaret Huang,ex CEO.

Uma matéria da Anna Young para o New York Post, publicada em 23 de abril de 2026, dá uma pista de como fatos isolados de violência política, coincidentemente se ajustam a roteiros lógicos.

“Seu ‘legado’ como diretora foi supervisionar a transformação da organização sem fins lucrativos, de um respeitado grupo de direitos civis em “máquina de difamação partidária”.

Isso veio à tona depois que o Departamento de Justiça indiciou o grupo sob denuncias de ter derramado milhões de US$ da organização para aparelhar grupos de ódio a trabalharem como informantes e “incitarem o ódio racial”, informa a matéria.

“Huang, cuja remuneração totalizou US$ 522.000 em 2023, assumiu o cargo de presidente e CEO em 2020, após o cofundador do grupo, Morris Seligman Dees Jr., ter sido demitido em decorrência de acusações de assédio sexual e de ser “cúmplice” em discriminação racial entre os funcionários.

Durante a gestão de Huang, o SPLC adotou um tom muito mais partidário, acusando grupos conservadores e religiosos como a Alliance Defending Freedom, Moms for Liberty e o Family Research Council de fomentar “ódio” / “extremismo”, acrescenta Anna Young para o New York Post.

É mais que curioso que ataques letais contra cidadãos que ostentam publicamente posições antagônicas às correntes de esquerda/progressista/woke, sejam alvos prioritários de pessoas desequilibradas, com graves transtornos de estresse pós-traumático e,nesse sentido, inimputáveis judicialmente.

Mais curioso ainda que os sofrentes de deficiência mental, jamais escolhem suas vítimas no espectro politico de esquerda.
Convenhamos, como tática de ação ameaçadora(terror), é coisa pensada.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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