1 de maio de 2026
Adriano de Aquino

A operação militar especial da Rússia

Em 24 de fevereiro de 2022, o arrogante e vaidoso czar Vladimir Putin revelou ao mundo que, por sua vontade, dava inicio à “Operação Militar Especial” que previa uma vitória relâmpago, em 3 a 10 dias, para tomar a capital, Kiev, e derrubar o governo ucraniano num período de três dias.

O maníaco ditador já tinha em mãos uma milionária celebração da vitória. Fato é que as tropas russas partiram para a desastrada e destrutiva aventura com suprimentos de comida para apenas três dias, levando nos alforjes uniformes de gala, o que reforça a tese de que esperavam realizar um desfile de vitória em Kiev pouco após o início da invasão.

Em 24 de fevereiro de 2026, o ostentoso exército russo carece de cuecas limpas para troca diária, pois se borra todos os dias de medo com o que poderá acontecer nas próximas 24 horas.

Atualmente, o czar russo não consegue estabelecer nem mesmo uma data limite para o encerramento das hostilidades.

Fosse só isso, já seria extremamente vergonhoso para um sujeito cheio de si.

Mas, não!

A situação interna russa só piora dia a dia.

Em 16 de fevereiro a The Economist publicou :

“A economia da Rússia entrou na zona da morte.
Alexandra Prokopenko questiona por quanto tempo mais o organismo conseguirá metabolizar seu próprio tecido muscular.
À medida que a guerra da Rússia contra a Ucrânia entra em seu quinto ano, a economia que a sustenta se transformou de maneiras que serão difíceis — talvez impossíveis — de reverter sem outra crise. Os ocidentais continuam esperando o colapso da economia russa. Isso não acontecerá. Mas também não se recuperará. Ela entrou no que os alpinistas chamam de zona da morte: a altitude acima de 8.000 metros na qual o corpo humano se consome mais rápido do que pode ser reparado”.

https://www.economist.com/by-invitation/2026/02/16/russias-economy-has-entered-the-death-zone?utm_campaign=a.io-btl_fy2526_all_conversion-testingasc-sasub_prospecting_global-global_auction_facebook-instagram&utm_medium=social-media.content.pd&utm_source=facebook-instagram&utm_content=discovery.content.non-subscriber.content_animatedlinkad_np-automatedRussia%E2%80%99seconomyhasenteredthedeathzone-n-jan_na-na_article_na_na_na_na&utm_term=sa.all-animated&utm_id=120243057433200437

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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