
Em 24 de fevereiro de 2022, o arrogante e vaidoso czar Vladimir Putin revelou ao mundo que, por sua vontade, dava inicio à “Operação Militar Especial” que previa uma vitória relâmpago, em 3 a 10 dias, para tomar a capital, Kiev, e derrubar o governo ucraniano num período de três dias.
O maníaco ditador já tinha em mãos uma milionária celebração da vitória. Fato é que as tropas russas partiram para a desastrada e destrutiva aventura com suprimentos de comida para apenas três dias, levando nos alforjes uniformes de gala, o que reforça a tese de que esperavam realizar um desfile de vitória em Kiev pouco após o início da invasão.
Em 24 de fevereiro de 2026, o ostentoso exército russo carece de cuecas limpas para troca diária, pois se borra todos os dias de medo com o que poderá acontecer nas próximas 24 horas.
Atualmente, o czar russo não consegue estabelecer nem mesmo uma data limite para o encerramento das hostilidades.
Fosse só isso, já seria extremamente vergonhoso para um sujeito cheio de si.
Mas, não!
A situação interna russa só piora dia a dia.
Em 16 de fevereiro a The Economist publicou :
“A economia da Rússia entrou na zona da morte.
Alexandra Prokopenko questiona por quanto tempo mais o organismo conseguirá metabolizar seu próprio tecido muscular.
À medida que a guerra da Rússia contra a Ucrânia entra em seu quinto ano, a economia que a sustenta se transformou de maneiras que serão difíceis — talvez impossíveis — de reverter sem outra crise. Os ocidentais continuam esperando o colapso da economia russa. Isso não acontecerá. Mas também não se recuperará. Ela entrou no que os alpinistas chamam de zona da morte: a altitude acima de 8.000 metros na qual o corpo humano se consome mais rápido do que pode ser reparado”.

