
Não resta dúvidas de que as provocativas entrevistas televisivas do famigerado ex-presidiário, catapultado presidente por Suprema Conspiração Eleitoral, só agravam o conflito econômico-político Brasil-EEUU e os efeitos do “Tarifaço”.
Usou de outra bravata no discurso, em Minas Gerais, contra Bolsonaro: ”Pode ir pro xilindró, pelas merdas que fez”, após o afeto público de Trump.
Em vez de buscar o consenso, acirrou o desentendimento no Congresso e apelou no BRICS para seus membros se libertassem do dólar nas transações comercias e restringissem o tradicional lastro econômico com os EEUU.
O pesadelo de Lula continua: ter que falar com “delicadeza e charme” com Trump. para negociar as tarifas da “chantagem comercial”, enrolado numa populista bandeira verde-amarela, em defesa midiática da soberania nacional”.
Tudo para recuperar a popularidade perdida e fortalecer a sua reeleição.
A ambição vingativa foi além. Quis exterminar o prestígio político do seu maior rival: Jair Bolsonaro. Que se dane a judicialização!
Não lhe bastou a vitória no TSE de tornar o rival inelegível. Foi além na vingança de obrigá-lo a usar uma humilhante tornozeleira e, em seguida, submetê-lo à arbitrária prisão domiciliar, estando o processo inconcluso, em tramitação, em que Bolsonaro é supostamente acusado de mandante de um frustrado golpe de Estado.
A prisão domiciliar foi festejada num jantar no Planalto com o Congresso paralisado.
A mídia internacional não poupou a imagem negativa do Brasil com suas Supremas “caças às bruxas”.
O presidente da FIESP, Paulo Skaf, numa firme entrevista à CNN, em defesa do Brasil, positivo na atual crise de incertezas, apontou “que há nada mais importante para a economia brasileira do que a redução dos gastos públicos” e enfatizou que “este prejuízo e os juros altos contribuem para o aumento do endividamento do país”.
Ou seja, o governo federal, ao invés de cuidar da economia, cuida da prisão extemporânea do seu rival.
Que Deus proteja o Brasil!

