
Faltam alguns dias!
Diante do confronto presidencial Brasil x EUA, o povo americano vem perguntando:
– É verdade que o Brasil é governado por um ex-presidiário?
Os brasileiros que não votaram nele, em 2022, e os que repudiam a esquerdopatia do atual governo, respondem categóricos: -sim!
O atual presidente ficou preso 538 dias pelos crimes de corrupção ativa e passiva. Hoje, todos se indignam com a corrupção que prospera solta, como as bilionárias fraudes do INSS, ocultadas pelo governo, e que serão ressarcidas por nós, contribuintes.
O governo já acumulou um déficit de R$ 105,2 bilhões, em 2024, que vem crescendo.
O confronto Brasil x EUA se originou no Mercosul, em Buenos Aires e no BRICS, no Rio de Janeiro, quando Lula insistiu, veementemente, que esses blocos econômicos e políticos não “usassem mais o dólar, mas suas próprias moedas (real, peso…) nas transações comerciais”.
O apelo brasileiro ecoou na plataforma de mídia Truth Social de Trump.
A escalda de ataques diretos a Trump recrudesceram. Foi acusado de “irresponsável, a ficar ameaçando os outros e a defender o ex-presidente brasileiro, vítima de caça às bruxas”.
O “Basta!” americano adveio devastador numa extensa carta via internet, comunicando que a partir de 01 de agosto, os produtos brasileiros sofrerão o “Tarifaço de 50%”.
Lula contra-atacou, ostentando uma publicitária bandeira brasileira para defender a soberania nacional e o PT inundou as redes sociais com afrontas ao “imperador americano”.
Persiste o cenário imprevisível, com o Planalto mapeando a futura devastação do Tarifaço, o Itamaraty não intervindo com sua histórica valorização da diplomacia nas negociações com as parcerias empresariais, o que dificulta antever um promissor cessar-fogo.
Bem-vindo sejam os esperançosos trâmites da pacificação, sem que sejam conspurcados pela incompetência e pela irresponsabilidade de um ex-condenado, que se empavona no poder.
Que Deus proteja o Brasil das ameaças externas e da preservação dos interesses nacionais.

