30 de setembro de 2026
Ilmar Penna Marinho Jr

As repetidas mentiras não viram verdades

Na grandiosa beleza arquitetônica de Brasília, celebrada pela sua plasticidade escultural, merece destaque o suntuoso Palácio do Planalto, sede do governo, com seu prédio principal e seus quatro prédios anexos.

O atual inquilino do Palácio, que já exerceu dois consecutivos mandatos (2003-2006 e 2007-2010), mandou construir um quinto anexo, que foi concluído no dia 30 de outubro de 2022.

Tomou posse dia 1º de janeiro de 2023 para cumprir o seu 3º mandato.

Realizou a sua 1ª reunião com os 43 Ministros no novo quinto anexo, na presença dos muitos comunicadores, nomeados para sempre dar conta da positiva comunicação oficial.

Se dedicariam também a denegrir as redes sociais para ajudar a amordaçar pela via processual e congressual a liberdade de expressão das adversárias redes sociais com suas verídicas denúncias contra as sucessivas mentirosas “informações oficiais”.

O maior desafio dos comunicadores palacianos é promover o marketing da “boa gestão” do Presidente, um ex-condenado por desvios de verbas públicas, e ter que desmentir os alarmantes índices de reprovação das pesquisas, acima dos 50%, e dos 58% dos que reclamam de que fez menos pelo Brasil do que tanto prometeu na campanha eleitoral.

A verdade é que quando o cerimonial anuncia a sua presença ou, quando se põe a circular pelas ruas, ouvem-se estrondosas vaias ou vibrantes gritos de: “Fora, Ladrão!”.

Ao tentarem elogiar a sua interferência na Petrobras, enfrentam a desmoralização de ocultarem os escândalos públicos da estatal, sob o comando petista, e de calar o grito de indignação dos seus empregados, cujos salários foram reduzidos em 20%, para resgatar o déficit de R$ 18 bilhões da PETROS pela má gestão dos seus dirigentes.

O mais vergonhoso da fábrica de mentiras do quinto anexo é atual politização da tragédia ambiental do Região Sul com sua omissão e atrasos na ajuda federal.

Bem diferentes das bilionárias ajudas financeiras concedidas, sem burocracia e em regime de urgência, às ditaduras comunistoídes, dinheiro público hoje essencial para o humanitário socorro aos desabrigados da Capital e dos Municípios do Rio Grande do Sul, devastados pela catástrofe histórica e pela negligência dos governantes na adoção de medidas preventivas.

Que Deus proteja a reconstrução do Rio Grande do Sul e do futuro do Brasil.

Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.