
O influente jornal norte-americano The Wall Street Journal (WSJ) publicou uma reportagem comparando o PCC às máfias italianas, destacando a facção brasileira como uma “potência global do crime” com a eficiência de uma multinacional.
Principais destaques da reportagem (abril de 2026):
Poder global e eficiência: O WSJ classifica o PCC como um dos maiores riscos internacionais no combate ao crime organizado, com operações em quase 30 países.
Perfil discreto (negócios sobre fama): diferente de cartéis mexicanos ou outras facções brasileiras, o PCC adota uma postura discreta (“fortuna, não fama”), evitando violência desnecessária que atraia atenção indesejada, agindo de forma mais corporativa.
Comparação com máfias: a facção foi comparada às máfias italianas pela organização e hierarquia, operando com cerca de 40.000 membros, entre presos e nas ruas.
Alianças internacionais: a reportagem aponta que o PCC forjou alianças com grandes grupos criminosos internacionais, como a ‘Ndrangheta (Itália), Yakuza (Japão) e gangues da Sérvia e Albânia, para controlar o fluxo de cocaína da América do Sul para a Europa.
Código de Conduta: a organização possui regras rígidas, com rituais de iniciação que podem ser realizados até por videoconferência.
A reportagem reforça o entendimento de que o grupo, nascido nos presídios paulistas, tornou-se o maior grupo criminoso das Américas e remodelou o narcotráfico internacional.
Texto produzido com auxilio da I.A

