21 de maio de 2022
Colunistas Priscila Chapaval

Minha “irmãe”

Dois meses sem minha ” irmãe,” a filha mais velha e aquela que agregava todos.

Faz uma falta incrível.

Da minha família, só eu que fiquei.

Foi difícil aceitar essa realidade, que dói e dói.

Tenho meus sobrinhos e sobrinhos netos o maior legado da minha irmã Ida.

No Dia das Mães foi um dia bem difícil.

Sem minha mãe, sem meu pai e sem as irmãs.

E uma tristeza enorme.

Mas fui me aquietando, rezando e sobrevivi.

Não tenho medo da solidão, sinto falta dela que amava a vida!

E de todos da minha família que se foram.

Devem estar juntos agora.

Que Deus os proteja e que me proteja dessa saudades!

Eu acredito!

Éramos três irmãs!

Jornalista... amo publicar colunas sobre meu dia a dia...

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