Continuando minha reflexão anterior

Acrescento que percebe-se, hoje, uma quase imposição, dos meios de comunicação, melhor falando, da mídia, que dita o mundo em que se deve viver, que faz com que uma sociedade pense que está pensando, na verdade, está apenas espelhando o que se espera dela.
Então, existe uma campanha sei que parece exagero, mais não é, para que se aceite o universo gay.
Não quero aqui dizer nada em contrário. Mas creio, que essencialmente já é uma discriminação tratar nesses termos.
O que deveria ser encarado como uma simples opção, a sexualidade de cada indivíduo, é tema para congressos, leis e campanhas publicitárias, até mesmo, de programas de governo.
Posto que estamos em pleno século XXI, me parece um assunto que deveria já estar resolvido dentro do mundo contemporâneo.
Mas o foco do meu pensamento é que toda essa postura é fruto de se criar um mercado livre de culpas e embaraços formais. Se não vejamos.
Tomemos como referência de uma ilustração e exemplo sobre o que escrevo, as novelas:
Há quantos anos vemos em cada novela da rede plimplim, o tema sendo discutido?
Ah!!! diriam, mas isso é saudável, traz a discussão para dentro da sociedade.
Isso é uma meia verdade.
Porque sempre retratam, assim como ao usuário de drogas, o seu perfil estereotipado, caricato.
Sempre vemos o gay, em seu lado bizarro, afetado e afeminado. Nunca, mas nunca mesmo, o vemos como um ser dentro dos “padrões de normalidade” (que horror) que a sociedade julga ser aceito.
Já viram um gay em alguma representatividade ser mostrado como um cara de terno e gravata, tomando decisões importantes?
Claro que não! Sempre é retratado como uma figura constrangida e sofredora ou aquele tipo escrachado, “a bichona”.
Assim também, é mostrado o usuário de drogas, ou é “Paz e amor”ou um marginal.
Viva a liberdade seja sexual, política ou qualquer que seja.
Mas sem patrulhamentos ou lavagens cerebrais.
Essas posturas e políticas apenas geram deformidades e reações, como a aberração, chamada de cura gay.
Uma sociedade sã, jamais apontará o outro com o dedo em riste, o nomeando de gay.
O respeito verdadeiro passa pela invisibilidade.

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