28 de maio de 2024
Yvonne Dimanche

Baby do Brasil, mas pra mim ainda Baby Consuelo

baby
Queridos leitores, ontem participei de uma brincadeira no Facebook chamada a “corrente do ódio” em que as pessoas contam coisas que não gostam. Nesse post falei mal de uma falsa baiana fluminense que deve fazer um esforço SOBRENATURAL para não chiar e falar com aquele sotaque lindo da Bahia. Para quem não sabe é a Claudia Leite nascida em São Gonçalo.
Pois hoje eu quero fazer uma declaração de amor a uma outra não baiana que dizia que era baiana sim, por ter nascido do outro lado da Baia de Guanabara, mais precisamente em Niterói. Brincadeira dela. Os cariocas costumam brincar que Niterói fica do outro lado da poça. Niterói é linda e em tempos outros já quis morar lá.

Mas a minha paixão é a Baby Consuelo. Com os meus 19 anos quando os Novos Baianos bombaram, eu tinha inveja dela. Eu queria ser ela. Tive um período meio reprimida nessa época e queria ser porra louca, o que nunca consegui. Eu a vi duas vezes.
Da primeira vez, já não estava tão reprimida assim. Estava eu no Baixo Leblon e chegou ela com um monte de doidões com uma tiara tendo um espelho retrovisor no alto da cabeça, rsrsrs.
Da segunda vez eu já não era nem um pouco reprimida ou tímida, mas tive o azar de tê-la encontrado em um consultório médico em Ipanema. Eu senti que ela queria bater papo com alguém, mas ninguém deu bola. E não foi desfeita, é porque o carioca que mora na Zona Sul de classe média dificilmente incomoda celebridades. Pois eu deveria ter incomodado. Se o consultório fosse em Realengo, ela nem teria conseguido se consultar, rs.
Em tempos de Facebook em que a nossa energia é só para falar mal, quis deixar aqui registrado o meu carinho por uma ídala querida.
Um lindo final de semana para todos sem medo de ser ridículo e até o próximo Boletim.

Deliciem-se no vídeo abaixo:

O Boletim

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