4 de julho de 2022
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Uma deselegância diplomática


FHC escreveu hoje cobrando Bolsonaro sobre mais atenção ao Meio Ambiente. Ele esqueceu de mencionar como benchmarkt a “mulher honesta” como ele classifica Dilma Rousseff, que assinou um decreto assassino, classificando como acidente natural o rompimento de barragens. Aquele paquiderme sem cérebro é honesta na visão do velhaco ressentido.
Esqueceu de mencionar no artigo a quadrilha de deputados e senadores que trabalharam intensamente, sabe-se lá a poder de quanto dinheiro, para barrar punições contra a Vale, no caso de Mariana.
FHC comandou uma das administrações mais corruptas da história, mas foi protegido pelo stablishment. Agora, senil e ressentido, coloca todo seu arsenal a serviço de desgastar um governo que não começou. Interna e externamente, o que configura uma deselegância diplomática sem precedente.
Nessa altura, ele poderia nos poupar de seus comentários e veneno. Não é à toa que acabou seu governo com baixíssimos índices de popularidade.
Ser ignóbil, desprezível e canalha. Fosse ele mais novo (e felizmente tá no fim da linha), deveria sofrer as penas da lei por tanto roubo que fingiu não ver. E, quem sabe, até dele desfrutou.

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