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A imprensa, Lula e seu bando…

Em menos de uma hora, li quatro relatos emocionantes e emocionados, sobre ataques do bando de Lula à imprensa.
Os cabeças daquele show de horrores insuflaram aquela turba contra a imprensa à exaustão. Paradoxalmente, era a imprensa que transmitia aquele espetáculo de horrores para o mundo todo.
Pulsos cerrados, ordens de resistência, ataques à imprensa no palanque era música e aditivo para os pitbuls alucinados, gente aquém do limiar da civilidade.
Lula está acabado. “O cara” do Obama agora conta ao seu lado com personagens bizarros como Gleisi, Lidenberg, Manuela e Boulos. Uma queda brusca, para ele inesperada, mas previsível diante de tantos abusos, que começaram quando dona Marisa plantou a bizarra estrela vermelha nos jardins do Palácio do Planalto.
Nada justifica os ataques à imprensa, os riscos a que expuseram profissionais em pleno exercício da profissão. Ao contrário do que diz (eu não sou mais um ser ser humano, eu sou uma ideia), Lula se transformou num espectro. Perdeu tudo, inclusive a si mesmo pelo caminho.
Gilmar Mendes

Depois de 10 dias em Portugal, sem desconto de nenhum tostão do seu salário, Gilmar Mendes vai se dedicar a investigar as algemas de Cabral.
Ele poderia esvaziar gavetas entulhadas de habeas corpus impetrados por pessoas comuns, algumas certamente inocentes. Poderia integrar um mutirão e liberar presos com penas cumpridas. Poderia trabalhar e honrar o salário que Estado lhe paga.
Esse psicopata decidiu dedicar seu tempo inútil para afrontar a sociedade, apesar de ser pago por ela.
A Senadora Gleysi e seus pares
A loucura até as ultimas consequências.
O lado bom é que esse tipo de movimentação sinaliza que o ciclo está no fim. O PT nunca teve quadros tão desqualificados, tão medíocres e vulgares como essa formação. Autofagia.

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