1 de julho de 2022
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Não sabe brincar, não desce pro play


Essa máxima serve para a democracia, ou para quem a aprecia.
Enquanto o país era saqueado, grupos como VPR e MBL sufocaram movimentos espontâneos com as práticas da esquerda caviar. Passeatas aos domingos, “porque não podemos incomodar a sociedade”.
Oi? Se não era pra incomodar, saíram por quê? Nunca responderam.
Pautas difusas e sem foco. Super produções milionárias para brincar de democracia. Por que fizeram aquilo? Porque seus líderes precisavam de uma escada para chegar à política. Pulei fora depois da segunda.
Li há pouco que o Bolsonaro é uma invenção do Lula, que pregou de forma irresponsável, como sempre, o nós contra eles. Produto do Lula e desses movimentos, cuja intenção não difere muito das intenções do Lula e sua tropa: poder.
A ser confirmado o resultado da pesquisa de ontem, entrega-se o atestado de total incapacidade a todos eles, incluindo nesse rol Marina Silva e Geraldo Alckmin, que subestimaram às últimas consequências o cenário que estava escancarado na cara deles.
Arrogância, falta de posicionamento, miopia e uma burrice inominável. A certeza cega de que o eleitor é incapaz. Mas incapazes foram eles e suas equipes completamente apartadas da realidade, com as bênçãos do pai de todos os bandidos: FHC.
E como todo roteiro precisa de um desfecho, as passeatas do #elenão fecharam com chave de ouro: enquanto o país derrete pela falta de emprego, de remédios, de hospitais e escolas e com a corrupção vertendo pelos bueiros, eles chegam com a esdrúxula pauta sexista. Risível, no mínimo.
Sinto náusea vendo meu candidato falando na TV sobre projetos de transporte urbano, enquanto eu assisti pela TV, dia após dia, o martírio de quem depende dos trens da CPTM.
Respeito zero por essa gente que acorda às 4h da manhã e passa horas à espera do trem que quebra dia sim e outro também. E vêm me falar de feminismo? Cadê a solidariedade à dona Maria que depende desse trem todo dia?
Fui chamada de fascista porque me insurgi contra os juízes que não souberam lidar com o assédio sexual explícito no transporte público. Cadê a solidariedade das feministas a essas mulheres que foram ultrajadas com sêmen de canalhas em suas roupas no trajeto para o trabalho? Ops, elas não usam transporte urbano, esqueci.
O #elenão vai eleger Bolsonaro. E a considerar os resultados e projeções para o segundo turno, voto #nelesim. Voto em qualquer cabeça de bagre que afaste o fantasma do Lula desse País.
Qualquer pé de macaxeira que afaste Dirceu e sua quadrilha. Delas, mentoras do #elenão, não li uma só palavra contra a Constituinte do Haddad ou o golpe anunciado em altos brados pelo Dirceu. Omissos ou coniventes, parabéns.

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