Bill de Blasio, um poço de virtudes


Fosse eu o presidente #Bolsonaro, já teria mandado a tal homenagem às devidas favas há muito tempo. Não precisava sangrar, era só um evento institucional. Falo sobre a homenagem que o presidente receberia no Museu de História Natural, em Nova Iorque-EUA. Mas ele é ele e eu sou eu, e as relações Brasil / EUA não dependem dessa homenagem.
O prefeito da cidade, #BilldeBlasio, disse, ao justificar sua recusa em receber o presidente brasileiro: “infelizmente, ele também é a pessoa com maior poder de impacto sobre o que se passará na Amazônia daqui para a frente.” O que sabe esse poço de virtudes sobre a Amazônia? Quem é ele na fila do pão para tratar desse assunto?
Primeiro porque a Amazônia vem sendo saqueada há décadas por órgãos que deveriam protegê-la, por ONGs que já tiraram fortunas do governo federal a despeito de “cuidar” da região, e pela indústria de consultorias e seminários realizados mundo afora, com dinheiro público, claro, que nunca resolveram e jamais resolverão os problemas daquela área.
Como todo esquerdista burro — ops, pleonasmo — e cheirando a mofo, Blasio faz coro à ala descontente pelo desmonte dos achaques praticados até hoje, por toda sorte de gente e instituição. Tem muito nababo preocupado com o fim da pornográfica indústria do meio ambiente.
Mas o cancelamento do evento não bastou para cessar a pinimba. Biasio fez questão de tripudiar, no mais autêntico estilo barraco na favela. E tem gente comemorando, pasmem.
“Jair Bolsonaro acabou de aprender da maneira mais difícil que os nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Nós mostramos o fanatismo dele. Ele fugiu. Nenhuma surpresa, os valentões não aguentam a porrada.
Oi? O sujeito queria a instalação da terceira guerra mundial? Quer transformar o cancelamento em questão de Estado? Moço, é só um evento, viu?
Seja Bolsonaro quem for, ele é um chefe de Estado, eleito pelo voto. E dizer que os nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão é quase um atestado de ignorância: histórica, diplomática e econômica (pensa na comitiva brasileira nas ruas de NY comprando tênis).
O bacana queria briga? Por que todo esse descontrole? Amazônia? ONGs, interesses familiares envolvidos? Quem foi mais tosco, mais deselegante e mais suspeito?
Faltou inteligência e controle emocional ao rapaz. E a todos que, internamente, comemoram o fato como uma derrota de Bolsonaro. Lamento, ele continua sendo o presidente.
Aos progressistas eu recomendo matéria publicada em 2016 sobre o “honestíssimo” Blaiso (link abaixo)
https://www.thedailybeast.com/its-time-for-honest-bill-de-blasio-to-tell-new-york-the-truth

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