A greve não só consentida, mas incentivada

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Como disse Silvana Destro: “Alguém ainda se lembra que os bancários estão em greve, além deles mesmos? A serviço de quem está o sindicato? O maior feito dessa greve, até o momento, foi provar que o modelo de agências vigentes é cada vez mais obsoleto e dispensável. Portanto, idem os bancários? Vai vendo”…
A greve dos bancários, que já se estende por semanas, só vai mostrando para a população – e para os próprios bancos – que é totalmente possível não depender de bancários ligados a sindicatos esquerdopatas, descolados da realidade.
Não conheço profissional liberal, empresário, comerciante, etc. que está ganhando, hoje, mais do que há 2 anos atrás (isso, em termos absolutos, porque, se considerarmos a inflação, estão ganhando muito menos).
Por outro lado, políticos seguem aumentando os próprios salários e benefícios, em todos os níveis da administração pública.
Fica a pergunta: por que, então, os sindicatos não se juntam para exigir o fim das regalias, das super aposentadorias (em especial, no setor público), para apoiar a reforma tributária e previdenciária – sem pudores?
Reduzir o gasto da máquina pública é, de fato, a única coisa que se pode fazer agora, e das que precisam ser feitas, é a mais importante e urgente.

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