Omar Azis e a sua CPI

Senado Federal

Omar Azis do Amazonas, é o presidente da CPI aberta a mando de ministro do STF (que, em vez de defender a Constituição resolveu legislar e dar ordens; enquanto outro ministro abre processo, investiga e prende sem que a vítima, ooops, o réu, tenha acesso ao processo; outros ministros ainda mudam os próprios votos para anular provas, julgamentos e mandam soltar os maiores criminosos do país – mais de 30 mil condenados em 2ª instância; sem falar que fazem campanha contra o voto secreto e auditável, com contagem pública, em explícita interferência nas atribuições do Poder Legislativo com membros “influentes” “pendurados” em investigações paradas no mesmo tribunal, como balas na agulha prontas para serem disparadas. Um escândalo. Até quando?)

Esse mesmo Omar Azis conseguiu a proeza ontem, na própria CPI que preside, de ser acusado ao vivo por depoente de ter desviado R$ 240 MILHÕES da saúde quando foi governador (e por isso teve a mulher e TRÊS irmãos presos e soltos, ça va sans dire , porque no Brasil nas mãos da esquerda, que aparelhou os três poderes por mais de três décadas, a polícia prende e a justiça solta os ricos e influentes.

O então governador hoje senador só não foi preso também graças ao desa-FORO privilegiado.

Isso para não falar da ficha es-corrida dos outros seis membros da CPI, que ameaçam, constrangem, ofendem e achincalham quem fala a verdade e não conta mentiras, enquanto tietam a tratam aos rapapés médica cantora sem CRM, palpites de professor de educação física militante que nunca atuou em pandemia, bióloga sendo processada, deputado com falso dossiê, etc. etc. etc.

É deprimente.

Para coroar essa desmoralização total, (não, não é piada, nem pesadelo) o notório Omar Azis conseguiu chamar a Carta Magna de Carta MAGDA.

E quem paga milhões por esse tipo de acinte, desaforo, deboche, desrespeito ao Estado de Direito e ao país (o povo) somos nós.

Apesar de tudo, bom dia para todos.

Não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe.

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *