“Fumei sim, mas não traguei”

E pensar que foi o próprio TSE que exigiu que o Presidente Bolsonaro apresentasse as provas de fraude que o próprio TSE sabia que tinha e abafou.

Foto: Google Imagens – Rádio Guaíba

E houve fraude comprovada pelo TSE em Aperibé, uma cidade de onze mil habitantes no Estado do Rio de Janeiro.

Então tá. Conta outra.

O TSE foi invadido durante pelo menos sete meses para fraudarem as eleições em Aperibe?

É o “fumei sim, mas não traguei”.

E o próprio TSE apagou o log do histórico de acessos — destruiu as provas.

Pior, os responsáveis pela TI do tribunal, um puxadinho da colenda corte, foram promovidos a assessores especiais, um pelo Fux!!! E o outro pelo Barroso!!!

Dizem que o cargo é para “aspone”: assessor de porcaria nenhuma.

O Twitter do TSE, que cospe fogo quando o Presidente se pronuncia, parou de tweetar?

Não podemos esquecer que o Presidente Bolsonaro foi incluído no inquérito ilegal das fake news a pedido dos juízes do TSE.

Não sabem que juiz julga, não abre inquérito?

Até eu que sou jornalista sei que isso cabe à PF ou à PGR. E só com autorização do Congresso o Presidente pode ser investigado.

Nós pagamos as fake news da campanha do Barroso dizendo que as urnas são invioláveis. Esse dinheiro precisa ser devolvido aos cofres públicos.

Vai faltar cadeia no Brasil.

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